Campanha "Outubro Rosa" é lançada na Assembleia
A campanha do Outubro Rosa 2016, “Você é Uma Só. Use o Tempo a Seu favor”, foi oficialmente aberta na Assembleia Legislativa no começo da sessão plenária desta segunda-feira (3) pela deputada Cantora Mara Lima (PSDB). Na presença da secretária estadual da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa e da prefeita interina de Foz do Iguaçu, Ivone Barofaldi, além de outras convidadas e parlamentares, a presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Casa, falou sobre a importância da campanha. Lembrou que o mês é dedicado à promoção de ações de conscientização sobre a saúde feminina. Mara Lima é autora de lei que instituiu o Outubro Rosa no estado.
(Sobe som)
As campanhas promovidas neste mês são, principalmente para a prevenção do câncer de mama e também de outras ações preventivas para promover a saúde da mulher.
O movimento conhecido como “Outubro Rosa” surgiu na Califórnia, nos Estados Unidos, em 1997, e se espalhou pelo mundo com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre a importância de diagnosticar precocemente o câncer de mama, aumentando as chances de cura da doença, podendo chegar a 95%.
O principal instrumento para a detecção precoce da doença é a mamografia, um exame que pode ser feito de graça pelo Sistema Único de Saúde (SUS). E a secretária Fernanda Richa afirmou que o Paraná conta hoje com cerca de 130 mamógrafos que atendem pelo SUS nas regionais de saúde.
(Sonora)
Durante todo o mês, diversos prédios públicos se iluminam com a cor rosa em função da campanha, inclusive a Assembleia. O câncer de mama é a maior causa de morte entre as mulheres brasileiras, principalmente na faixa entre 40 e 69 anos, com mais de onze mil mortes ao ano.
Em função da campanha, durante todo o mês, o poder público, em parceria com a iniciativa privada e com entidades da sociedade, promovem palestras de esclarecimento, exames e outras ações educativas e preventivas visando promover a saúde da mulher, priorizando a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, do câncer ginecológico, do colo de útero e de mama e estimulando a discussão para elaboração de políticas públicas para acompanhamento psicológico pré e pós-traumas.
Da Assembleia Legislativa do Paraná, repórter Cláudia Ribeiro.
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