Cobranças do Poder Legislativo foram fundamentais para o andamento da vacinação no Paraná Frente Parlamentar do Coronavírus teve papel de destaque na pressão pela aquisição de vacinas e testes de detecção em massa pelo Poder Executivo. Segundo semestre será de planejamento da normalidade.

27/07/2021 11h35 | por Trajano Budola
Frente Parlamentar do Coronavírus teve papel de destaque na pressão pela aquisição de vacinas e testes de detecção em massa pelo Poder Executivo. Segundo semestre será de planejamento da normalidade.

Frente Parlamentar do Coronavírus teve papel de destaque na pressão pela aquisição de vacinas e testes de detecção em massa pelo Poder Executivo. Segundo semestre será de planejamento da normalidade.Créditos: Kassio Pereira

Frente Parlamentar do Coronavírus teve papel de destaque na pressão pela aquisição de vacinas e testes de detecção em massa pelo Poder Executivo. Segundo semestre será de planejamento da normalidade.

Frente Parlamentar do Coronavírus teve papel de destaque na pressão pela aquisição de vacinas e testes de detecção em massa pelo Poder Executivo. Segundo semestre será de planejamento da normalidade.Créditos: Reprodução Zoom.

Frente Parlamentar do Coronavírus teve papel de destaque na pressão pela aquisição de vacinas e testes de detecção em massa pelo Poder Executivo. Segundo semestre será de planejamento da normalidade.

Frente Parlamentar do Coronavírus teve papel de destaque na pressão pela aquisição de vacinas e testes de detecção em massa pelo Poder Executivo. Segundo semestre será de planejamento da normalidade.Créditos: Kassio Pereira

Frente Parlamentar do Coronavírus teve papel de destaque na pressão pela aquisição de vacinas e testes de detecção em massa pelo Poder Executivo. Segundo semestre será de planejamento da normalidade.

A cobrança na corrida pela imunização dos paranaenses marcou os trabalhos da Frente Parlamentar do Coronavírus, coordenada na Assembleia Legislativa do Paraná pelo deputado Michele Caputo (PSDB) no primeiro semestre do ano. Em reuniões com especialistas, pesquisadores e membros do Poder Executivo, o grupo manifestou o desejo da população para que a vacinação ocorresse o quanto antes.

“Como já prevíamos no relatório da Frente Parlamentar em dezembro passado, este primeiro semestre seria marcado pela chegada da tão esperada vacina. E não foi diferente, após a nossa cobrança, o Estado elaborou um plano de imunização e organizou uma boa logística para distribuir as doses. Além disso, formalizou memorandos de intenção de compra de vacinas, como também havíamos recomendado”, afirma Michele Caputo.

A Frente Parlamentar segue acompanhando o andamento da vacinação e mira também em outro aspecto de controle sanitário da pandemia: a testagem em massa. "Nós precisamos agilizar a compra de testes por antígenos, utilizá-los em larga escala como resposta mais rápida, com uso na atenção primária, com custo benefício muito favorável e minimizar a alta taxa de transmissão", declara o coordenador.

Neste primeiro semestre a Frente Parlamentar do Coronavírus se reuniu sete vezes, além de promover visitas técnicas à Universidade Federal do Paraná (UFPR) e ao Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) para acompanhar os estudos por uma vacina 100% paranaense e a produção do teste rápido de antígenos para detecção da Covid-19, dez vezes mais barato que o RT-PCR e com resultado em 15 minutos.

Mesmo reconhecendo os esforços da Secretaria de Estado da Saúde (SESA) e do Governo do Estado, o coordenador Michele Caputo afirma que os esforços devem ser continuados. “Infelizmente, mesmo com o início da imunização, a lentidão deste processo, aliada a introdução de uma nova cepa e as flexibilizações que foram feitas, nos levaram à terceira onda, que foi bem mais letal do que as anteriores”.

Caputo se refere ao aumento significativo das internações durante o mês de março, alertado em prestação de contas ao Poder Legislativo pelo secretário da Saúde, Beto Preto e debatido pela Frente Parlamentar. “Por isso, atuamos para tentar contribuir com o Estado propondo estratégias para atenuar a circulação do vírus. Destaque para o pedido que fizemos para suspender a retomada das aulas em modelo híbrido, a adoção de medidas restritivas de âmbito regional e a liberação da vacinação das gestantes e puérperas”, afirma o parlamentar.

Já no mês de maio, após iniciado o processo de vacinação, a Frente parlamentar questionou a SESA sobre a possibilidade de suspensão temporária da aplicação do imunizante AstraZeneca em gestantes. A discussão foi motivada pela morte de uma grávida no Rio de Janeiro após ser vacinada. A posição do Governo do Estado foi dada em primeira mão pelo diretor-geral da SESA, Nestor Werner Junior.

O reforço das ações de fiscalização das atividades que foram consideradas essenciais e mantiveram o trabalho presencial também foi tema de discussão da Frente Parlamentar que cobrou atualizações nos protocolos sanitários para proteger os trabalhadores da indústria e empresas. Especialistas falaram do fornecimento de máscaras adequadas, o maior número de testagem, além da revisão das regras no transporte coletivo.

Ainda em março, a Frente Parlamentar do Coronavírus enviou requerimento ao Ministério da Saúde pela ampliação da participação do Brasil no consórcio global Covax Facility, uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com a ONU, para aquisição e desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19. A reunião contou com a presença da vice-diretora geral da OMS, Mariângela Simão.

Futuro – A expectativa da Frente Parlamentar do Coronavírus é entrar em uma nova etapa durante o segundo semestre de 2021. “A partir de agora, com o avanço da vacinação, vamos centrar nossos esforços para elaborar uma proposta de plano de retomada das atividades, com protocolos de segurança para identificação e isolamento rápido de possíveis casos”, afirma Michele Caputo. Para isso, estamos conhecendo estratégias municipais, estaduais e também de outros países, sobretudo com a utilização do teste rápido de antígeno para este controle”, explica o coordenador do grupo que conta com 31 deputados e deputadas.

Além do deputado Michele Caputo, coordenador, integram a Frente Parlamentar os deputados: Alexandre Amaro (Republicanos), Arilson Chiorato (PT), Boca Aberta Júnior (PROS), Cristina Silvestri (CDN), Delegado Fernando Martins (PSL), Delegado Francischini (PSL), Do Carmo (PSL), Douglas Fabrício (CDN), Dr. Batista (DEM), Emerson Bacil (PSL), Evandro Araújo (PSC), Gilson de Souza (PSC), Goura (PDT), Homero Marchese (PROS), Delegado Jacovós (PL), Luciana Rafagnin (PT), Luiz Claudio Romenalli (PSB), Luiz Fernando Guerra (PSL), Mabel Canto (PSC), Maria Victoria (PP), Mauro Moraes (PSD), Nelson Luersen (PDT), Paulo Litro (PSDB), Professor Lemos (PT), Rodrigo Estacho (PV), Soldado Fruet (PROS), Subtenente Everton (PSL), Tercílio Turini (CDN) e Reichembach (PSC).

 

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