Comissão encarregada de organizar concurso público na Assembleia faz sua primeira reunião
Trabalhos começam com a apuração detalhada das vagas disponíveis e a seleção da instituição incumbida de aplicar as provas.
A Comissão Especial constituída para planejar, organizar e coordenar as atividades necessárias à realização de concurso público pela Assembleia Legislativa reuniu-se no início da tarde desta quinta-feira (6) para dar início a seus trabalhos. Nesta primeira fase será finalizada a apuração das vagas disponíveis, seguindo-se a seleção da instituição universitária que se incumbirá da aplicação das provas, de acordo com o disposto na Lei nº 8666/1993 (Lei das Licitações). Somente após esta definição será possível marcar a data das provas.
O anúncio da realização do concurso para provimento de cerca de 100 vagas, sendo 10 especialidades de nível superior e uma de nível técnico, foi feita pela Comissão Executiva da Casa no início da semana, durante evento que culminou com a assinatura do ato instituindo a comissão, publicado no Diário Oficial do último dia 4. Segundo o presidente do Legislativo, deputado Ademar Traiano (PSDB), a intenção é realizar o certame ainda este ano. Algumas vagas já existem, e outras estão sendo abertas com a aposentadoria de servidores. Adiantou também que a medida não representará a ampliação do quadro funcional, mas tão somente o preenchimento de vagas visando atender as demandas da atividade legislativa.
Modernização – O concurso é a sequência natural de um processo implantado recentemente para promover as progressões e avanços de carreira dos servidores efetivos da Casa, reivindicação antiga que só agora toma corpo. “Estamos fazendo tudo aquilo que a lei ampara e faculta no sentido de valorizar nossos servidores e, assim, agilizar e modernizar o funcionamento deste Parlamento”, arrematou o presidente da Assembleia.
Com exceção de concursos para seleção de taquígrafos, o último concurso público realizado pela Casa remonta ao ano de 1984, destinado à contratação de seis jornalistas e quatro redatores. Os cargos a serem preenchidos, com remunerações que variam de RS 3.200,00 a R$ 9.000,00, referem-se às profissões de administrador, advogado, biblioteconomista, contador, desenvolvedor de sistemas, economista, jornalista, revisor legislativo, taquígrafo revisor, técnico administrativo e procurador, o cargo máximo do quadro de carreiras da Assembleia Legislativa.
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