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Curi propõe criação da Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica Contra a Mulher
Assessoria de Imprensa, com a colaboração do jornalista Ronildo Pimentel.
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
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Os altos índices de violência doméstica contra a mulher estão preocupando o deputado Alexandre Curi (PMDB), que apresentou na Assembleia Legislativa, nesta semana que antecede o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, uma indicação ao governador Beto Richa (PSDB) sugerindo a implantação da Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica Contra a Mulher.
A intenção, segundo Curi, é criar estruturas semelhantes às patrulhas já implantadas nos estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, garantindo praticamente a redução deste tipo de crime. “Nossa proposta quer combater os casos em que maridos, companheiros, filhos, pais e demais parentes, praticam violência contra as mulheres dentro de casa”, frisou. A criação da patrulha, afirma o deputado, está embasada na Lei 11.340/2006, conhecida como a Lei Maria da Penha. “A indicação busca não somente a quebra do ciclo de violência sofrido por estas mulheres, mas também a recuperação da autoestima e dignidade, além da independência financeira para estas vítimas”, frisou.
Contexto – A implantação da Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica Contra a Mulher, adianta o deputado, seria executada pela Polícia Militar. “A Polícia Militar pode atuar em conjunto com os outros órgãos de segurança e reduzir a violência contra a mulher”. O Brasil, como lembra Alexandre Curi, é o sétimo país no mundo em número de homicídios de mulheres. De 1980 a 2010, foram assassinadas 92 mil, quase metade dos casos (41%) dentro da própria residência, segundo o Mapa da Violência contra a Mulher do Instituto Sangari, órgão voltado para disseminação da cultura científica no país.
A intenção, segundo Curi, é criar estruturas semelhantes às patrulhas já implantadas nos estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, garantindo praticamente a redução deste tipo de crime. “Nossa proposta quer combater os casos em que maridos, companheiros, filhos, pais e demais parentes, praticam violência contra as mulheres dentro de casa”, frisou. A criação da patrulha, afirma o deputado, está embasada na Lei 11.340/2006, conhecida como a Lei Maria da Penha. “A indicação busca não somente a quebra do ciclo de violência sofrido por estas mulheres, mas também a recuperação da autoestima e dignidade, além da independência financeira para estas vítimas”, frisou.
Contexto – A implantação da Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica Contra a Mulher, adianta o deputado, seria executada pela Polícia Militar. “A Polícia Militar pode atuar em conjunto com os outros órgãos de segurança e reduzir a violência contra a mulher”. O Brasil, como lembra Alexandre Curi, é o sétimo país no mundo em número de homicídios de mulheres. De 1980 a 2010, foram assassinadas 92 mil, quase metade dos casos (41%) dentro da própria residência, segundo o Mapa da Violência contra a Mulher do Instituto Sangari, órgão voltado para disseminação da cultura científica no país.
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