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“debate Mostrou que áreas de Conservação Trariam Prejuízos”, Diz Plauto
18h41
por Assessoria de Imprensa
Fonte: MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE DO GABINETE DO DEPUTADO PLAUTO MIRÓ GUIMARÃES
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Para: Editoria de Política e ColunasDistribuído em 09/06/05Jornalista: Assessoria Plauto Guimarães“DEBATE MOSTROU QUE ÁREAS DE CONSERVAÇÃO TRARIAM PREJUÍZOS”, DIZ PLAUTO O deputado Plauto Miró Guimarães (PFL) ressaltou nesta quinta-feira (09), a imprudência com que agiram alguns representantes de órgãos federais e estaduais e até alguns deputados. “Todos que defenderam a idéia de criação das unidades de conservação, sem antes ouvir e debater o problema dos produtores rurais atingidos pela situação, foram enganados e estavam errados. Tudo o que foi falado não passou de uma grane mentira”, afirmou o deputado. Como constatação disso, Guimarães citou a audiência pública realizada na Câmara Federal, onde o Ministério do Meio Ambiente (MMA) se comprometeu em realizar novas reuniões na região para discutir a criação das três unidades de conservação - o Parque Nacional dos Campos Gerais, a Reserva Biológica das Araucárias e o Refúgio de Vida Silvestre do Rio Tibagi. “Espero que a vontade que demonstrou o MMA, no aval dos deputados federais, que lá estavam na condição de representantes dos proprietários, seja cumprida. Espero que todos possam chegar a um consenso para que a conservação possa ser feita, com a preservação do meio ambiente, mas sem prejudicar todo o segmento produtivo”, ressalta Plauto Miró. “Não era possível que áreas agrícolas, de reflorestamento e mineração fossem incorporadas pelos parques. O que nós temos de preservar é a fauna, flora e a água, além das centenas de empregos que são gerados na região”, completou. De acordo com o parlamentar, essa atitude do Ministério serve para mostrar que o governador Roberto Requião e alguns deputados estavam errados mais uma vez. “O governador disse que eu e mais alguns colegas da oposição estávamos tentando atrapalhar a preservação do meio ambiente no Estado, quando, na verdade, defendíamos os interesses dos produtores rurais”, disse Miró. “Aliás, era isso o que ele deveria fazer e não o fez”, acrescentou Guimarães. O deputado também lembrou que foi Requião quem determinou o programa de dragagem dos banhados do Paraná. “Ele liberava recursos para os proprietários rurais drenarem todas as áreas de banhados que existiam no Estado. E, hoje, esses banhados são protegidos por Lei. Ou seja, o governador age conforme seus interesses eleitorais”, afirmou Plauto Miró.
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