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Deputada Maria Victoria (PP) destaca ampliação do programa Bons Olhos Paraná

Iniciativa do Governo do Estado garante consultas oftalmológicas e entrega de óculos para crianças e adolescentes da rede pública.

O anúncio da nova fase foi feito, nesta quarta-feira (25).
O anúncio da nova fase foi feito, nesta quarta-feira (25). Créditos: Patryck Madeira

A deputada estadual Maria Victoria (PP) destacou a ampliação do Programa Bons Olhos Paraná, voltado à realização de consultas oftalmológicas e à entrega de óculos para crianças e adolescentes da rede pública. Serão investidos R$ 64 milhões para atender cerca de 540 mil alunos em 275 municípios.

O anúncio da nova fase foi feito, nesta quarta-feira (25), pelo governador em exercício, Darci Piana, e pelo secretário de Estado do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni, em evento com prefeitos e entidades no Palácio Iguaçu.

“Mais um programa extraordinário do Governo Ratinho Júnior que vai beneficiar meio milhão de crianças em todas as regiões do Estado. Muitos alunos têm problemas de aprendizagem por não enxergarem bem. É um programa humano que deve ser valorizado”, afirmou a deputada Maria Victoria.

Programa

Para alcançar a meta de 540 mil atendimentos, serão contemplados alunos dos ensinos Fundamental e Médio, além dos matriculados nas Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) e coirmãs, na faixa etária abrangida pelo programa, dos 6 aos 17 anos.

“Crianças de 6 a 17 anos vão fazer os exames e receber os óculos gratuitamente, com qualidade. Isso garante oportunidade às crianças que muitas vezes nem sabem que têm problema de visão e às famílias que, porventura, não tenham dinheiro para levar o filho ao oftalmologista e adquirir os óculos”, destacou Piana.

O programa também contribuirá para elevar os níveis de ensino, uma vez que a identificação precoce de problemas de visão melhora a aprendizagem dos estudantes.

O estudo para a ampliação do Bons Olhos Paraná foi coordenado pela Sedef, considerando critérios de priorização para garantir maior equidade no atendimento. A estratégia permite que os esforços sejam concentrados nas regiões com maior vulnerabilidade e menor acesso a serviços oftalmológicos especializados.

“O nosso ensino já é muito bom no Paraná, o melhor do Brasil, e vai melhorar ainda mais porque as crianças vão enxergar melhor. Infelizmente, muitas só percebem que têm deficiência visual aos 10 ou 11 anos de idade, sendo que, em 90% dos casos de cegueira, se houver exame precoce, é possível evitar”, ressaltou Rogério Carboni.

“Isso é muito importante porque muitas crianças têm dificuldade de aprendizado. Na primeira fase, percebemos que várias nem sabiam que tinham problemas de visão e outras precisavam, mas não tinham condições de comprar os óculos. O programa permite a detecção precoce de doenças e o encaminhamento adequado, portanto, é algo grandioso e que veio para ficar”, acrescentou o secretário.

Como funciona

O fluxo de atendimento da segunda etapa será igual ao da primeira. A iniciativa inclui triagens nas escolas, consultas oftalmológicas, exames especializados e a distribuição gratuita de óculos quando for identificada a necessidade por meio de diagnóstico médico.

Os atendimentos acontecerão de forma itinerante, por meio de consultórios especializados instalados em uma carreta e um ônibus que vão percorrer o Paraná.

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