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Deputado élio Rusch (dem)
17h38
por Josiliano de Mello Murbach / 41 3244-2330
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O deputado estadual Élio Rusch(DEM) rebateu as críticas de deputados governistas ao pedágio, dizendo que “muita gente está discursando neste momento, falando de formas de baixar a tarifa, mas quando tiveram oportunidade concreta de fazer isto, retirando taxas que oneram o valor cobrado foram contrários ao nosso projeto, ou se omitiram”. Segundo Rusch “a novela do pedágio vem desde a sua criação em 1997 e já tivemos muitas discussões em torno do tema. No atual Governo houve várias tentativas de acabar com o pedágio unilateralmente, mas é óbvio que não vingaram, pois estamos no Estado Democrático de Direito, onde as leis e os contratos precisam ser respeitados”. Rusch lembra que “o governador Requião fala desde a campanha de 2002 em baixar ou acabar com o pedágio. Não baixou, não acabou, as tarifas subiram e ainda foi criada uma nova praça entre Araucária e Lapa. Isto nos leva a pensar que a ex-procuradora Jozélia Broliani está correta quando diz que não há interesse do Governo do Paraná em resolver a questão do pedágio”. QUALIDADE Élio Rusch pensa que “quem fala do pedágio hoje não sabe quanto eram precárias as estradas paranaenses, não imagina a dificuldade que era para ir da Capital para o Oeste . As rodovias eram impraticáveis, os carros viviam quebrando e o trajeto era extremamente demorado. Só após as concessões é que tivemos condições de transitar em segurança pela maior parte das rodovias”. O parlamentar considera ainda que “caiu a máscara dos governistas, pois eles tiveram uma excelente oportunidade para baixar a tarifa do pedágio na última semana e nada fizeram. Assim, eles não tem mais o direito de criticar as concessões. Alguns porque votaram contra o projeto e muitos porque simplesmente se omitiram. E todas as vezes que eles retomarem o assunto estaremos aqui para lembrar que eles não tiveram coragem para votar a favor do nosso projeto e reduzir os custos de transporte para os nossos motoristas e caminhoneiros”. Rusch lembrou que “o pedágio não é exclusividade do Paraná. Em Minas e São Paulo, Rio Grande do Sul e até no Rio de Janeiro onde o Governo é do PMDB, mas se nestes Estados o pedágio é menor é porque os contratos são negociados pelas partes. Aliás, mantida a atual atitude(de confronto) teremos uma tarifa cada vez mais cara e sem a necessária contrapartida em obras, já que o governador desobrigou as concessionárias de fazerem obras”.
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