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Deputado Marcelo Rangel (pps)
18h39
por Osni Gomes / 41 9161-5680
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Deputado critica a falta de diálogo com o Legislativo em nome de uma “transparência opaca”O deputado Marcelo Rangel disse ontem na Assembléia que o governo não aceita críticas, não aceita colaborações e não assume compromissos. “A Oposição não é ouvida. Nem a Situação o governo ouve. Parece mesmo que ele gosta de errar e persistir no erro”. Depois fez uma série de observações sobre a falta de atendimento aos pedidos legislativos. “Vamos repetir nossos pedidos o quanto for preciso. O governo só entende uma linguagem, a da Justiça”. Rangel frisou que “é impressionante como o Governo do Paraná é surdo e cego para as evidências que passam por este Legislativo. Repito o episódio do Instituto de Educação em Ponta Grossa. Desde o ano passado estamos cobrando soluções. A Escola está oficialmente interditada. Foi providência da Defesa Civil e do Ministério Público. E o governo não moveu uma “palha” sequer. E continuou afirmando que não se trata de uma obra prioritária”.Rangel citou que alunos estiveram na Assembléia, a imprensa denunciou, filmou, fotografou, mas o governo não estendeu a sua mão. “E mesmo depois de quase uma tragédia, tudo ficou como era antes”. Na última sexta-feira o Ministério Público pediu um laudo a Defesa Civil, e só assim saiu uma decisão que acabou por interditar o estabelecimento.Lembrou também a repetição do problema com os cartões corporativos, com a publicação dos jornais de propaganda, com os gastos da Secretaria da Comunicação Social. “Agora a Oposição está anunciando a cada reunião que se sucede que a qualquer momento um navio pode encalhar no Porto de Paranaguá e o governo teima em dizer que está tudo bem, tudo maravilhoso”.SegurançaRangel voltou a lembrar o descaso com a Segurança Pública, e mesmo apontando uma série de erros do setor nenhuma solução foi apresentada: “falei aqui nesta tribuna dos problemas de segurança de Ponta Grossa. Fui contestado. Mas hoje venho a afirmar que só na semana passada pelo menos três crianças foram mortas em Ponta Grossa de forma violenta. Uma delas, uma menina de 13 anos, recebeu um tiro no peito, durante um bailão numa sociedade tradicional de Ponta Grossa”, denunciou.E concluiu o deputado: “estamos de mãos atadas pela falta de diálogo. Dirigentes do governo aqui vêm para dar explicação, não explicam nada, nos engodam com suas falácias, burlam a lei e nos deixam aturdidos”.
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