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Douglas Fabrício defende retorno da venda do EstaR pelas bancas de revistas
14h06
por Assessoria de Imprensa, com a colaboração de Rodrigo Morosini.
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
2 min de leitura
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O deputado Douglas Fabrício (PPS) protestou esta semana contra a exclusividade concedida às casas lotéricas de Curitiba para a venda de talões do Estacionamento Regulamentado (EstaR) – sistema que obriga a rotatividade nas vagas das ruas a partir do pagamento de R$ 1,50 por folha – que estaria gerando muitos transtornos aos motoristas e prejudicando as bancas de revistas. Desde o último dia 12 os talões só podem ser adquiridos nas 160 lotéricas da capital.
"A Prefeitura precisa rever isso. Para comprar apenas uma cartela, o motorista tem que enfrentar as filas das lotéricas. Elas até podem oferecer o EstaR , mas penso que a exclusividade é ruim. Imagina quando a Mega Sena estiver acumulada?" ressaltou o deputado, lembrando que, além dos jogos, as lotéricas também incorporam os serviços de bancos. Douglas afirmou que o problema foi o principal ponto discutido em recente encontro mantido com o Sindicato dos Vendedores de Jornais e Revistas no Paraná (Sinjor-PR), que também defende a retomada da venda pelas bancas.
O deputado destacou algumas vantagens das bancas sobre as lotéricas. "As bancas de revistas estão espalhadas por todo município, chegando a perto de 700 pontos de vendas, enquanto as lotéricas não chegam a 200 pontos. O comprador também tem acesso a outros serviços e produtos, como recarga de celular, bebidas, além de jornais e revistas", salientou. Além de facilitar o acesso, Fabrício ressalta ainda que o motorista está sendo prejudicado economicamente. "Agora ele é obrigado a comprar o talão inteiro. Na banca ele poderia comprar a folha avulsa", detalhou.
"A Prefeitura precisa rever isso. Para comprar apenas uma cartela, o motorista tem que enfrentar as filas das lotéricas. Elas até podem oferecer o EstaR , mas penso que a exclusividade é ruim. Imagina quando a Mega Sena estiver acumulada?" ressaltou o deputado, lembrando que, além dos jogos, as lotéricas também incorporam os serviços de bancos. Douglas afirmou que o problema foi o principal ponto discutido em recente encontro mantido com o Sindicato dos Vendedores de Jornais e Revistas no Paraná (Sinjor-PR), que também defende a retomada da venda pelas bancas.
O deputado destacou algumas vantagens das bancas sobre as lotéricas. "As bancas de revistas estão espalhadas por todo município, chegando a perto de 700 pontos de vendas, enquanto as lotéricas não chegam a 200 pontos. O comprador também tem acesso a outros serviços e produtos, como recarga de celular, bebidas, além de jornais e revistas", salientou. Além de facilitar o acesso, Fabrício ressalta ainda que o motorista está sendo prejudicado economicamente. "Agora ele é obrigado a comprar o talão inteiro. Na banca ele poderia comprar a folha avulsa", detalhou.
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