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Em Debate Referendo que Irá Decidir o Futuro da Venda de Armas No Brasil
18h17
por Miguel Andrade e Sonia Masche
Fonte: MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE DO GABINETE DA LIDERANÇA DA OPOSIÇÃO
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EM DEBATE REFERENDO QUE IRÁ DECIDIRO FUTURO DA VENDA DE ARMAS NO BRASILÉlio Rusch quer criar a Frente Parlamentar pelo Direito à Legítima DefesaOs temas desarmamento e o referendo que vai apontar a decisão da sociedade brasileira de proibir ou não a venda de armas de fogo e munições no Brasil, dominaram os debates na sessão desta segunda-feira (05), da Assembléia Legislativa.O deputado Élio Rusch (PFL), propôs ontem a criação da Frente Parlamentar pelo Direito à Legítima Defesa, em apoio ao direito do cidadão de bem portar arma. “A pessoa de bem tem de ter direito de se defender. Imagine o cidadão que mora no sítio como vai se defender de ameaças de animais ou assaltos?”, questionou o deputado.O parlamentar também criticou a forma com a discussão nacional está sendo conduzida. “As campanhas confundem a opinião pública. O referendo sobre a venda de armas não tem nada a ver com campanha de desarmamento. Já existe um Estatuto do Desarmamento, que criou critérios rígidos para comercialização de armas de fogo”, esclarece.Outra incoerência apontada pelo deputado são os gastos que o governo está tendo com esta campanha. “O governo vai gastar R$ 570 milhões com o plebiscito, ao passo que o orçamento da Segurança para este ano é de R$ 169 milhões”, aponta o pefelista.O deputado espera que com a criação da Frente Parlamentar pelo Direito Legítima Defesa, pela Assembléia, se possa esclarecer a opinião pública. A partir do dia 23 de setembro, começam os programas de rádio e televisão, defendendo tanto a proibição da venda de armas, como a continuidade do atual sistema em que o comércio é livre, obedecendo os critérios do Estatuto do Desarmamento. “Eu sou pela tese do direito à defesa. O importante é mostrar para a população as vantagens e desvantagens de desarmar totalmente a população. Uma coisa é certa: os marginais não compram armas nas lojas porque não tem documentação”, disse.O líder do PFL, deputado Plauto Miró Guimarães, que já anunciou que fará parte da Frente Parlamentar, disse que é a favor do princípio da legítima defesa. “Com a proibição da venda de armas, as pessoas de bem ficarão desarmadas e os bandidos, que recebem armas do contrabando, furtadas e até de alguns policiais, estão cada vez mais armados”, comparou.Plauto também criticou o volume de gastos com o plebiscito e aconselhou o governo aplicar melhor seus recursos. “Podia investir isso no sistema de saúde de Ponta Grossa que é carente de investimentos”, exemplificou.Liderança da OposiçãoFone: 3350-4193Miguel Andrade e Sonia Masche
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