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Entidade que preserva abelhas em extinção pode ter reconhecida a sua utilidade pública
Assessoria de Imprensa, com a colaboração da jornalista Neusa Pohl.
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
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A Assembleia Legislativa aprovou na quarta-feira (28) projeto de lei do deputado Stephanes Junior (PMDB) que declara de utilidade pública a AMAMEL – Associação dos Meliponicultores de Mandirituba. Aprovado em redação final, o projeto segue agora para sanção (ou veto) do Poder Executivo. A meliponicultura é a prática agrícola que se dedica à criação racional de abelhas, resgatando e mantendo no meio ambiente muitas espécies nativas que já estão no livro vermelho do IAP e em processo de extinção, contribuindo especialmente com a preservação das espécies sem ferrão. As principais espécies criadas são Tubuna, Jataí, Mandaçaia, Mandurí e Guaraipo.
A organização foi criada para orientar, auxiliar e amparar os meliponicultores associados. Ela também estimula a produção agrícola por meio da polinização – transferência de grãos de pólen de uma flor para o estigma de outra flor – que permite a ampliação do número de frutos e de sementes. Além das aulas práticas promovidas pela AMAMEL, e que ocorrem na primeira quarta-feira de cada mês, das 9 às 17 horas, a Associação pretende construir a curto prazo uma Casa de Mel, e também estuda a possibilidade de processar própolis. Hoje, segundo Stephanes Junior, a entidade representa um projeto de agricultura sustentável, pois objetiva a geração de renda, inclusão social e preservação ambiental para os pequenos agricultores do município e da região.
A organização foi criada para orientar, auxiliar e amparar os meliponicultores associados. Ela também estimula a produção agrícola por meio da polinização – transferência de grãos de pólen de uma flor para o estigma de outra flor – que permite a ampliação do número de frutos e de sementes. Além das aulas práticas promovidas pela AMAMEL, e que ocorrem na primeira quarta-feira de cada mês, das 9 às 17 horas, a Associação pretende construir a curto prazo uma Casa de Mel, e também estuda a possibilidade de processar própolis. Hoje, segundo Stephanes Junior, a entidade representa um projeto de agricultura sustentável, pois objetiva a geração de renda, inclusão social e preservação ambiental para os pequenos agricultores do município e da região.
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