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Falta de Segurança Atinge Todos Os Municípios, Diz Douglas Fabrício
09h26
por Sonia Maschke / Jaime Santorsula Martins / 41 3350-4193 / MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE DO GABINETE DA LIDERANÇA DA OPOSIÇÃO
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A falta de segurança no Paraná tem sido tema dominante nos discursos da Assembléia Legislativa. Nesta segunda-feira (24) o deputado Douglas Fabrício (PPS) mostrou números de homicídios ocorridos em Campo Mourão nos últimos anos e cobrou do governador a promessa feita de que mais policiais seriam designados para o município.“A falta de segurança é sempre apontada nos municípios maiores, mas o problema está acontecendo em todos os cantos do Paraná. O governo precisa implantar ações efetivas e não somente aumentar o número de policiais, mas melhorar toda a estrutura educacional”, apontou Douglas.Segundo o deputado, no ano de 2002 foram 28 homicídios em Campo Mourão. No ano de 2003 foram 27 homicídios e 31 em 2004. O pico nas estatísticas aconteceu em 2005, quando 48 pessoas sofreram morte violenta. “Somente em 2008 foram 11 homicídios. Se continuar essa projeção negativa a cidade baterá um recorde que ninguém gostaria de ver”, lamentou.Douglas criticou a falta de ações e informações por parte da Secretaria de Segurança que se nega a apresentar os reais números da violência no Paraná. “O governador prometeu e até agora não chegaram os 49 novos policiais para a região”.“Os requerimentos pedindo informações não são respondidos, nas delegacias não se consegue os relatórios. Precisamos das estatísticas para dar ciência à população e a essa Casa da responsabilidade do governador com o que está acontecendo com a segurança no Paraná”, concluiu.Audiência PúblicaO líder da Oposição, deputado Valdir Rossoni (PSDB), questionou a maneira como está sendo negociada a audiência pública com o secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari.Rossoni lembrou que o assunto é urgente, “pessoas estão morrendo e não pode se perder mais tempo. Se o secretário tivesse preocupação em informar e consideração com os deputados e a Assembléia ele ligaria diretamente para o presidente Nelson Justus e marcaria a audiência”.“Se é convite ou convocação é indiferente, não tira a responsabilidade do secretário de esclarecer com urgência à população. Não se pode protelar ações efetivas para conter o avanço da violência no Paraná”, ressaltou Rossoni.
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