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Fernando Carli Filho Solicita Melhorias No Serviço Judiciário
Jornalista responsável: João Vasconcellos / (41) 3350-4072 - 3350-4271 / fernandocarlifilho@alep.pr.gov.br
Fonte: MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE DO GABINETE DO DEPUTADO FERNANDO CARLI FILHO
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O Deputado estadual Fernando Carli Filho entrou hoje (19 de junho), na Assembléia Legislativa, com o requerimento solicitando aumento dos recursos humanos no Poder Judiciário do Paraná e melhoras na sua estrutura. Segundo o deputado, existe uma crescente demanda de processos registrados nas Varas Criminais, Juizados Especiais Cíveis, Criminais e Varas da Infância.e que não estão sendo apreciados, em tempo hábil, devido a falta de profissionais. Outra questão é a falta de materiais de escritório que dificulta, ainda mais, o atendimento.De acordo com SindijusPR, Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Paraná, nos últimos quatro anos o número de funcionários vem sendo reduzido gradualmente, contudo sem haver a reposição dessas vagas, deixadas em aberto. O excesso de trabalho faz com que muitos servidores adoeçam pela sobrecarga de trabalho. O SindijusPR denuncia que, atualmente, a estrutura do judiciário paranaense encontra-se “abarrotada” de estagiários. Segundo o sindicato, os estudantes estão preenchendo vagas que seriam destinados aos concursados, já aprovados, e que ainda não foram chamados. Os aprendizes representam mais uma responsabilidade para o servidor que tem que parar o serviço para ensinar.O teor do requerimento também denuncia a falta de material básico, como papel, tinta para impressão, envelopes, linhas de computadores entre outros acessórios e utensílios que prejudicam o desempenho dos profissionais. O SindijusPR afirma que muitos servidores cumprem expediente além do horário, inclusive nos finais de semana.O pedido foi encaminhado ao Desembargador José Antônio Vidal Coelho, Presidente do Tribunal de Justiça do Paraná. Fernando Carli Filho assegura que o pedido foi feito com intuito de “desafogar” o sistema judiciário. “É inadmissível continuar a exploração da mão de obra “barata” dos estagiários sendo que possuímos pessoas já aprovadas, em concurso público, que não foram contratadas. Além disso, não há estrutura adequada para manter o trabalho judicial em andamento”, concluiu o deputado.
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