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Liderança do Pmdb – Deputado Waldyr Pugliesi
17h10
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A Companhia de Choque do Paraná tem entre seus efetivos os melhores homens da nossa Polícia Militar e por isso é uma referência para as outras instituições policiais do Brasil”, declarou Pugliesi O deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual e líder do PMDB na Assembléia Legislativa destacou nesta quarta-feira (1º de outubro), os 32 anos de fundação da Companhia de Choque da Polícia Militar, comemorados na última terça-feira, 30 de setembro. “A Companhia de Choque do Paraná tem entre seus efetivos os melhores homens da nossa Polícia Militar e por isso é uma referência para as outras instituições policiais do Brasil”, declarou Pugliesi. A Companhia de Choque é formada por três sub-unidades – RONE (Rondas Ostensivas de Natureza Especial), COE (Comandos e Operações Especiais) e o Canil (central de cães para busca de pessoas, drogas e entorpecentes, artefatos explosivos, controle de distúrbios civis, entre outros). A corporação tem como comandante o major Chehade Elias Geha e congrega aproximadamente 300 homens. “Nossos homens são os melhores preparados da polícia para qualquer tipo de evento, desde cumprimento de mandados, situações com reféns, amotinados ou mesmo rebeliões”, atesta Chehade. “A Companhia de Choque é a última resposta do Estado na questão do uso de força física, é a tropa do Comando Geral de lealdade inconteste”, completou. ESTRATÉGIA – Apesar de estar localizada em Curitiba, a Companhia de Choque tem à disposição todos os meios de transporte para deslocamento da tropa para qualquer parte do Estado. O aparato inclui avião, helicóptero, viaturas e barcos, para operações no litoral, rios ou lagos, informou Chehade, que tem 23 anos de polícia e há um ano e quatro meses responde pela corporação. O comandante listou alguns dos principais casos atendidos pela Companhia de Choque. Entre os casos está a atuação de uma quadrilha, no final de 2007, que aterrorizou a população de Ortigueira e comunidades da região central do Estado. “Nesta operação, que teve como reféns policiais e até o prefeito do município, utilizamos toda a estrutura para deslocamento”, informou. A situação teve saldo positivo de 100% de segurança para as vítimas envolvidas, completou. Outro caso citado foi o sequestro, em 2005, de vários reféns em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, quando o COE entrou no cativeiro e libertou todos os reféns. Em 2006, a Companhia de Choque foi chamada para resolver uma rebelião no presídio de Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, quando nove agentes penitenciários foram feitos de reféns. “Fizemos uma ação tática rápida e libertamos todos”, disse.Foto: Gabinete do deputado Waldyr Pugliesi
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