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O programa "Comunicação e Arte" apresenta nesta quarta-feira uma dança típica japonesa, o Bon Odori

Diretoria de Comunicação / Alep
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taikô
Foto: Divulgação
 

Um grupo japonês traz nesta para a Alep, nesta quarta-feira, 09, um pouco da sua cultura e tradição.  Eles apresentarão no Café da Assembleia, o Bon Odori, uma dança que pode ser dividida em dois tipos: dança tradicional, que vem já de tempos antigos e dança folclórica, que se desenvolveu depois da guerra. A dança tradicional tem uma relação profunda com os costumes étnicos locais. Dança-se ao som de vários tipos de música tocada ao vivo, seja apenas voz, apenas taiko (tambores japoneses) ou incluindo outros instrumentos, como a flauta e o shamisen (instrumento de cordas japonês).

A dança folclórica é a mais comum. É uma dança ao som de uma peça de música folclórica japonesa chamada Ondō. Nesta dança, realizada em parques e praças abertas, dança-se à volta do perímetro da torre, localizada no centro. Existem vários tipos de Ondō, como a Tokyo  Ondō ou a Tankō Bushi.  

O taikô é um instrumento de percussão, cuja superfície é confeccionada com pele de animal. É tocada com a mão ou com o uso de uma baqueta, mas sempre exige do músico a habilidade rítmica e o preparo físico para sustentar batidas homogêneas e obter som satisfatório.

O tipo de taikô mais utilizado em apresentações no Brasil é o Chodôdaiko. São taikôs feitos com tronco de madeira cavada. Geralmente medem 45 a 60 cm de diâmetro, mas podem chegam a 1,50m. Com a escassez crescente de madeiras nobres, os preços de um taiko ficaram muito elevados. Um grande chodôdaiko pode valer tanto quanto um Rolls Royce, e mesmo um de tamanho pequeno pode custar o preço de um veículo popular. Nos últimos tempos os corpos do taiko são confeccionados com uma resina de uretano, com custo mais reduzido.

O nome das componentes:

Lídia Reolon

Elvira Mari Kubo

Ishida Masaco

Doralice Hayashi

 

As apresentações acontecem ás 10h00 no Café da Assembleia, no espaço Tancredo Neves, na entrada dos gabinetes.

 

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