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Plauto Miró Defende Fidelidade Partidária e Pede Fim da Coligação Proporcional dos Partidos
Carlos Souza
Fonte: Assembléia Legislativa do Paraná
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Para: Editoria de Política e ColunasDistribuído em 02/10/07 PLAUTO MIRÓ DEFENDE FIDELIDADE PARTIDÁRIA E PEDE FIM DA COLIGAÇÃO PROPORCIONAL DOS PARTIDOS O deputado Plauto Miró Guimarães, dos Democratas, defendeu nesta terça-feira (02) a fidelidade partidária e a proibição da coligação proporcional dos partidos como instrumento de progresso partidário. “Acredito que a moralidade na política passa pela fidelidade partidária e, também, pela não coligação na proporcional dos partidos. Caso contrário, nós vamos ver eternamente políticos falando uma coisa e, depois de eleitos, fazendo outra”, afirmou o deputado em discurso. Segundo o líder dos Democratas na Casa, é preciso que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue rapidamente a ação sobre o mandato partidário. “Dia cinco de outubro é o último dia para a filiação partidária para que todos aqueles que querem participar da eleição de prefeitos e vereadores no próximo ano. Mas, ainda não tivemos uma decisão do STF sobre os mandatos: se eles pertencem aos partidos ou aos parlamentares”, questionou. Plauto destacou ainda que a decisão final do STF deve sair até o dia 4 de outubro, “mas essa situação está causando uma instabilidade dentro da lei eleitoral e os políticos que desejam participar de uma eleição têm que aguardar para que possam se situar dentro da lei”. O parlamentar disse também que após o término do pleito eleitoral em 2006, vários deputados federais e estaduais mudaram de partido, antes mesmo de tomar posse. “Muitos acabaram saindo de uma linha política que defenderam na campanha eleitoral e, depois de eleitos, mudaram o seu comportamento, tentando buscar agremiações que fazem parte da base aliada dos governantes”, disse Guimarães.O deputado defende que somente com o fim da coligação proporcional, a maior parte dos pequenos partidos, que hoje servem como instrumento de negociação para interesses pessoais, tendem a deixar de existir. “Assim, os governantes terão maior facilidade em montar suas bases de sustentação e em discutir programas de governo. Deixaremos de ter partidos defendendo interesses político-pessoais”, pondera.Tendo como única filiação o PFL (hoje denominado Democratas), o deputado reafirma que tem respeito por pessoas que se posicionam partidariamente e defendem uma posição, uma linda ideológica e programática, sem ter a necessidade de estar pulando de partido como “pipoca na panela”. “O político se elege num partido, no outro dia está em outra sigla, depois muda o governo, e ele muda para outro partido novamente, como se ele não tivesse culpa de que os governos mudassem. Precisamos dar um passo rumo à transparência e moralização da política”, afirmou Plauto Miró.
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