Presidente do Conselho de Ética diz que vandalismo não é democracia
De acordo com o deputado, que diz ter sido insultado de todas as maneiras possíveis e imagináveis e até ameaçado de agressão por alguns manifestantes visivelmente transtornados, não é admissível que se permita a execução de atos de extrema violência, vandalismo e barbárie, justamente num local onde deveria imperar a democracia e a liberdade de expressão por parte das pessoas, seja qual for o posicionamento que tenham a respeito de um projeto.
Além da ameaça verbal e física aos parlamentares, a atitude de pessoas ligadas a deputados do PT, segundo Praczyk, envolvidos na confusão e até incitando à violência, inclusive contra os seguranças da Casa, é algo que precisa ser avaliado com muito critério, pois alguns funcionários lotados em gabinetes “participaram ativamente dos atos de vandalismo e ameaças, além de incitação à violência durante o tumulto”.
Praczyk também cita a invasão do Plenário e os danos causados ao patrimônio da Assembleia como injustificáveis, sem contar que alguns manifestantes rasgaram documentos, atas da sessão plenária e cópias de projetos que seriam votados, atirando-os contra o rosto de alguns deputados, sem contar a total falta de diálogo, tornando claro que os manifestantes queriam apenas provocar os atos de vandalismo, e muitos deles sem saber exatamente que causa estava defendendo.
Por fim, o parlamentar destaca a presença de muitos menores de idade, adolescentes entre 13 e 16 anos de idade, que participaram de forma violenta do protesto, e questiona por que nenhum deputado do Partido dos Trabalhadores se pronunciou sobre o fato de que na Bahia, apenas para citar um exemplo, o governo do petista Jaques Wagner aprovou e colocou em prática o mesmo projeto das OSs.
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