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Relatório da CPI das Espionagens aguarda publicação em Diário Oficial para ser votado em Plenário
17h30
por Thaís Faccio
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 / 4049
2 min de leitura
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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), solicitou, durante sessão plenária desta quarta-feira (10), que seja publicado o relatório final da CPI das Espionagens em Diário Oficial. Depois de publicado, o relatório volta à votação em Plenário. A CPI das Espionagens foi instalada na Assembleia Legislativa para apurar a existência de escutas telefônicas em salas da Presidência da Casa.
Relatório - De acordo com relatório final dos trabalhos, os equipamentos encontrados na 1ª Secretaria e na Presidência, periciados pelo Instituto de Criminalística, não poderiam funcionar como grampos telefônicos, mas apenas como bloqueadores de telefones celulares. “A instalação desses dispositivos foi feita sem a autorização da Anatel, sendo irregular. Já o equipamento encontrado na sala anexa ao Plenário poderia funcionar como grampo”, disse o relator da Comissão, deputado Mauro Moraes (PSDB). O relatório será enviado ao Ministério Público (MP), à Polícia Civil e ao Tribunal de Contas do Paraná (TCE), para que continuem com as investigações e descubram se houve ou não fraude na licitação para a compra dos dispositivos, e se o equipamento instalado na sala anexa ao Plenário foi, de fato, utilizado como grampo telefônico.
Membros – Os trabalhos da CPI das Espionagens começaram logo após a posse da atual Mesa Executiva, quando equipamentos de escuta e bloqueadores foram localizados. O material foi encontrado durante uma varredura eletrônica e apreendido pela Polícia Civil. Integram a Comissão os deputados Marcelo Rangel (PPS), Mauro Moraes (PSDB), Anibelli Neto (PMDB), Fábio Camargo (PTB), Fernando Scanavaca (PDT), Gilberto Ribeiro (PSB), Pastor Edson Praczyk (PRB), Pedro Lupion (DEM), Professor Lemos (PT), Roberto Aciolli (PV) e Teruo Kato (PMDB).
Relatório - De acordo com relatório final dos trabalhos, os equipamentos encontrados na 1ª Secretaria e na Presidência, periciados pelo Instituto de Criminalística, não poderiam funcionar como grampos telefônicos, mas apenas como bloqueadores de telefones celulares. “A instalação desses dispositivos foi feita sem a autorização da Anatel, sendo irregular. Já o equipamento encontrado na sala anexa ao Plenário poderia funcionar como grampo”, disse o relator da Comissão, deputado Mauro Moraes (PSDB). O relatório será enviado ao Ministério Público (MP), à Polícia Civil e ao Tribunal de Contas do Paraná (TCE), para que continuem com as investigações e descubram se houve ou não fraude na licitação para a compra dos dispositivos, e se o equipamento instalado na sala anexa ao Plenário foi, de fato, utilizado como grampo telefônico.
Membros – Os trabalhos da CPI das Espionagens começaram logo após a posse da atual Mesa Executiva, quando equipamentos de escuta e bloqueadores foram localizados. O material foi encontrado durante uma varredura eletrônica e apreendido pela Polícia Civil. Integram a Comissão os deputados Marcelo Rangel (PPS), Mauro Moraes (PSDB), Anibelli Neto (PMDB), Fábio Camargo (PTB), Fernando Scanavaca (PDT), Gilberto Ribeiro (PSB), Pastor Edson Praczyk (PRB), Pedro Lupion (DEM), Professor Lemos (PT), Roberto Aciolli (PV) e Teruo Kato (PMDB).
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