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Violência contra as pessoas idosas é tema de mobilização na Assembleia Legislativa
Rodrigo Rossi
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 / 4049
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A Assembleia Legislativa sediou na manhã desta sexta-feira (15), em seu Plenário, evento alusivo ao Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa. Com representantes do Fórum Popular Permanente da Pessoa Idosa de Curitiba e Região Metropolitana, do Conselho Estadual dos Direitos do Idoso (CEDI) e do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa, da Fundação de Ação Social (FAS) e da Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SEJU), o objetivo do encontro, além de chamar a atenção da sociedade sobre o assunto, foi o de propor uma pauta de reivindicações para a criação de uma Delegacia do Idoso e de Varas Judiciais especificamente para o atendimento deste público.
“A população idosa vem aumentando e assim também tem acontecido com a violência. A gente precisa de Varas e Delegacias do Idoso. Por isso, trouxemos estas questões para o debate, para mostrar à sociedade a importância de se cuidar dos nossos idosos. Outra questão fundamental é a articulação e integração para políticas públicas que incentivem a criação de Conselhos Municipais dos Idosos. Isso é muito importante”, disse o secretário-geral do Fórum Popular Permanente da Pessoa Idosa de Curitiba e Região Metropolitana, Rodrigo Barbieri.
A violência física, psicológica, sexual, além do abandono, da negligência financeira e econômica, são as formas mais comuns de agressão à pessoa idosa, segundo a supervisora do Disque Idoso do Paraná e integrante do Centro de Referência ao Idoso, da SEJU, Dulce Darlot. Somente nos primeiros meses deste ano foram feitas 900 denúncias ao órgão, de acordo com ela. “É muito importante que as pessoas se conscientizem. A situação de maus tratos aos idosos afronta os direitos humanos. Por isso, é imprescindível que as pessoas procurem o Disque Denúncia, que já existe há mais de dez anos, para que a gente assegure o respeito à dignidade das pessoas idosas”.
Aplicação da lei – Para o presidente do CEDI, José Araújo da Silva, os governos precisam se envolver mais com as causas dos idosos, lançando mão de políticas públicas permanentes e mecanismos sólidos de aplicação de leis que amparem este segmento da sociedade. “É triste que a gente tenha um dia para lembrar da violência contra o idoso. Mas este dia serve para alertar a sociedade que está descartando pessoas que têm muito valor, que têm uma história e um legado. Por isso, estamos trabalhando para fazer com que a sociedade respeite o idoso e as leis que existem, como é o caso do Estatuto do Idoso. É uma data para alertarmos a sociedade e o governo sobre as situações de descaso, muitas vezes. Precisamos de políticas públicas efetivas que amparem o idoso. Outro importante passo é a criação e a mobilização dos conselhos municipais”.
“A população idosa vem aumentando e assim também tem acontecido com a violência. A gente precisa de Varas e Delegacias do Idoso. Por isso, trouxemos estas questões para o debate, para mostrar à sociedade a importância de se cuidar dos nossos idosos. Outra questão fundamental é a articulação e integração para políticas públicas que incentivem a criação de Conselhos Municipais dos Idosos. Isso é muito importante”, disse o secretário-geral do Fórum Popular Permanente da Pessoa Idosa de Curitiba e Região Metropolitana, Rodrigo Barbieri.
A violência física, psicológica, sexual, além do abandono, da negligência financeira e econômica, são as formas mais comuns de agressão à pessoa idosa, segundo a supervisora do Disque Idoso do Paraná e integrante do Centro de Referência ao Idoso, da SEJU, Dulce Darlot. Somente nos primeiros meses deste ano foram feitas 900 denúncias ao órgão, de acordo com ela. “É muito importante que as pessoas se conscientizem. A situação de maus tratos aos idosos afronta os direitos humanos. Por isso, é imprescindível que as pessoas procurem o Disque Denúncia, que já existe há mais de dez anos, para que a gente assegure o respeito à dignidade das pessoas idosas”.
Aplicação da lei – Para o presidente do CEDI, José Araújo da Silva, os governos precisam se envolver mais com as causas dos idosos, lançando mão de políticas públicas permanentes e mecanismos sólidos de aplicação de leis que amparem este segmento da sociedade. “É triste que a gente tenha um dia para lembrar da violência contra o idoso. Mas este dia serve para alertar a sociedade que está descartando pessoas que têm muito valor, que têm uma história e um legado. Por isso, estamos trabalhando para fazer com que a sociedade respeite o idoso e as leis que existem, como é o caso do Estatuto do Idoso. É uma data para alertarmos a sociedade e o governo sobre as situações de descaso, muitas vezes. Precisamos de políticas públicas efetivas que amparem o idoso. Outro importante passo é a criação e a mobilização dos conselhos municipais”.
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