Vou de bike
Ela aceitou o desafio feito pelo irmão a começar a pedalar e não decepcionou. Resultado: 13 kg a menos na balança, saúde, disposição e muito autoestima.
Há um ano, com sintomas de depressão, sentiu a necessidade de praticar uma atividade física, em função de dores nas articulações e sobrepeso. Numa viagem para o Sudoeste, foi desafiada pelo irmão, amante das duas rodas, a comprar uma bicicleta e retomar as pedaladas. Um detalhe: ele acompanhava o desempenho da irmã através de um aplicativo de celular.
Adriana começou com trechos curtos e foi tomando gosto. Descobriu os “grupos de pedal”espalhados por Curitiba e região. Hoje pedala as terças, quintas e sábados, o que dá uma média de 120 km por semana. Uma vez por mês, ela percorre trechos fora da capital, que variam de 80 a 100 km em um dia. “É só aparecer um convite que lá estou eu de pé às 04h30 da madrugada, faça chuva ou sol, frio ou calor”.
Os benefícios do pedal na vida de Adriana são visíveis. Ela já perdeu 13 kg. Ganhou, além de saúde, com a diminuição das dores e da ansiedade, bom humor, sensação de bem estar e autoestima. “Também fiz amigos, conheci lugares que jamais imaginei ir sem o carro. Moro há dez anos em Curitiba e tinha parques que eu nem conhecia por achar que ficavam distantes de mim. Agora, conheço todos”, celebra.
Adriana está encantada pela bicicleta, que considera uma “companheira”. Munida de capacete, joelheira e todo o aparato de segurança, necessário para o esporte, sobe na bike, esquece os problemas e aproveita os momentos para cuidar do corpo e da mente. “Só tenho uma coisa a dizer: É muito bom! Todo mundo deveria experimentar”.
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