Deputados propõem intercâmbio de pessoal de saúde para combate à dengue

11/02/2020 11h06 | por Diretoria de Comunicação com assessoria parlamentar
Deputado Tercílio Turini (CDN), um dos autores do projeto que permite aos municípios do Paraná o intercâmbio de agentes e outros profissionais de saúde para trabalho conjunto de combate à dengue.

Deputado Tercílio Turini (CDN), um dos autores do projeto que permite aos municípios do Paraná o intercâmbio de agentes e outros profissionais de saúde para trabalho conjunto de combate à dengue.Créditos: Dálie Felberg/Assembleia

Deputado Tercílio Turini (CDN), um dos autores do projeto que permite aos municípios do Paraná o intercâmbio de agentes e outros profissionais de saúde para trabalho conjunto de combate à dengue.

Permitir aos municípios do Paraná o intercâmbio de agentes e outros profissionais de saúde para trabalho conjunto de combate à dengue e também em outros casos de surtos, epidemias, pandemias e desastres naturais. É a proposta dos deputados estaduais Tercilio Turini (CD) e Michele Caputo (PSDB), com o projeto de lei 34/2020 em tramitação na Assembleia Legislativa do Paraná.

O avanço da dengue já presente em mais de metade dos municípios paranaenses exige ação urgente para controle da proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. “Já tem pessoas morrendo e a tendência é de mais vítimas. O combate à dengue requer a participação do poder público, sociedade organizada e toda população. Os esforços dos municípios são grandes e, mesmo assim, o mosquito está vencendo a batalha”, ressaltam os parlamentares.

Tercilio Turini diz que o intercâmbio de agentes e profissionais de saúde é uma forma de um município colaborar com o outro na realização de mutirões de limpeza e eliminação de focos do Aedes, mobilização e orientação da comunidade, coleta de dados sobre infestação do mosquito e outras iniciativas práticas.

Para os deputados, a possibilidade de cessão de recursos humanos e trabalho conjunto representa uma ação emergencial. “A maioria dos agentes é contratada com recursos públicos do SUS, portanto pode muito bem atuar em qualquer município. Se uma cidade está em situação mais favorável, pode colaborar com outra, até porque a proliferação do Aedes num local representa perigo a todo o entorno”, ressalta Tercilio Turini.

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