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Assembleia sedia exposição sobre os vinte anos da Central de Transplantes

A mostra já passou por universidades e pelo Museu Oscar Niemeyer, para revelar a história e a evolução da doação e dos transplantes no Paraná.

Sandra C. Pacheco
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Espaço Cultural
Espaço Cultural da Alep. Foto: Noemi Froes/Alep


Abre nesta segunda-feira (3), às 14 horas, no Espaço Cultural da Assembleia Legislativa do Paraná, a exposição “20 Anos da Central de Transplantes”, que relata a história e a evolução da doação e dos transplantes no Paraná. Além da referência ao desenvolvimento do Sistema Estadual de Transplantes, a mostra reúne depoimentos de pessoas transplantadas, de famílias que autorizaram a doação de órgãos de um ente querido, de profissionais que atuam na área e de pessoas e empresas que auxiliam na divulgação da importância da doação de órgãos.

De caráter itinerante, já foi apresentada no Museu Oscar Niemeyer, no Palácio Iguaçu, na PUC-Paraná, no Hospital de Clínicas, na Universidade Positivo e no Aeroporto Afonso Pena. Depois da sede do Poder Legislativo estadual seguirá para a 2ª Regional de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, sempre com o objetivo de manter o tema do transplante de órgãos próximo à população, estimulando a reflexão e mostrando que é necessário, cada vez mais, abordar o tema em casa, com a família.

Destaque – O Paraná é hoje o segundo estado em doação de órgãos e tecidos do país. Só no ano passado, 718 órgãos foram transplantados no estado, um número três vezes superior ao registrado em 2010, fazendo com que o número de pessoas à espera de um transplante caísse quase pela metade em seis anos: de 3,3 mil pessoas para 1.724: “Nossa maior missão é reduzir a fila e o tempo de espera. Temos avançado muito nos últimos anos e esperamos que, com o apoio da sociedade, possamos crescer ainda mais”, estima a diretora da Central Estadual de Transplantes, Arlene Badoch.

Para doar órgãos no Brasil é imprescindível a autorização dos familiares: “Não é necessário deixar nada por escrito, mas é fundamental comunicar esse desejo aos familiares”, acrescenta Arlene Badoch.

 

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