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Deputado Luiz Eduardo Cheida (pmdb)
17h42
por Ceres Battistelli / 41 3350-4088 / www.cheida.com.br
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“É importante para a Assembléia Legislativa participar de importantes discussões que existem no mundo e trazê-las novamente para serem debatidas internamente. Este Fórum reuniu representantes de mais de 50 nações que estão em busca de modelos energéticos alternativos aos combustíveis fósseis, em especial ao petróleo”, contou Cheida.O deputado estadual Luiz Eduardo Cheida (PMDB) ocupou a tribuna, nesta segunda-feira (26) para apresentar os resultados do Fórum Global de Energias Renováveis realizado na última semana, em Foz do Iguaçu. O evento foi promovido pelo Ministério de Minas e Energia, Itaipu Binacional e Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi) e Cheida foi convidado a representar o poder legislativo como presidente da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente. “É importante para a Assembléia Legislativa participar de importantes discussões que existem no mundo e trazê-las novamente para serem debatidas internamente. Este Fórum reuniu representantes de mais de 50 nações que estão em busca de modelos energéticos alternativos aos combustíveis fósseis, em especial ao petróleo”, contou Cheida. Ele completou informando que os países mais pobres estão compartilhando conhecimentos e tecnologias de maneira solidária.“A energia renovável é vista como um dos caminhos para redução da pobreza de muitas nações do mundo, que já a denominam de energia solidária”, mencionou. Dados da Onudi informam que um quarto da população mundial (cerca de 1,6 bilhão de pessoas) não tem acesso à energia elétrica e outros 2,4 bilhões a utilizam de forma precária.Como exemplo o deputado Cheida citou a iniciativa da Itaipu, realizada em parceria com a Copel - que está garantindo economia e geração de renda a produtores de suínos com a geração de energia a partir do gás metano. O projeto consiste na transformação no acúmulo dos dejetos de 3 mil suínos em um biodigestor, transformados em biogás e que geram a energia para abastecer toda a infra-estrutura, inclusive um conjunto de residências. A energia excedente é comprada pela Copel. “A experiência da Itaipu é um exemplo para o país na busca de alternativas energéticas para reduzir o aquecimento global, recuperação de passivo ambiental, geração de emprego e renda. Como disse o Samek, após este Fórum, podemos decretar o final do fim do mundo”, concluiu Cheida.
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