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Indústrias se mobilizam em defesa do setor
17h57
por Assessoria de Imprensa da Presidência
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Os rumos da industrialização brasileira diante do atual cenário econômico. Esse foi o tema do encontro promovido pela Associação Brasileira de Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) na noite de segunda-feira (16), para ser discutido entre políticos e representantes do setor. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), falou da experiência pessoal como empresário para exemplificar os entraves no caminho dos industriais brasileiros, como a queda na capacidade de geração de empregos ou a concorrência dos produtos importados, principalmente chineses. “Há oito anos, eu tinha 1.500 funcionários, hoje, apenas 220. Talvez eu seja uma das maiores vítimas da desindustrialização que está presente aqui, como tema, nessa noite”, afirmou.
A reunião faz parte de um programa da Abimaq que está percorrendo várias cidades do país para conscientizar secretários da Fazenda e políticos sobre a necessidade de encontrar alternativas para o incremento da industrialização brasileira. Entre as sugestões defendidas estão a reforma fiscal, com o fim da tributação sobre bens de capital, uma nova política de juros que se equipare às dos países desenvolvidos e investimentos em tecnologia e educação.
“Desempregômetro” – A Associação lançou um “Desempregômetro”, no estilo do “Impostômetro” criado pelas Associações Comerciais dos estados. Segundo Luiz Aubert Neto, presidente da Abimaq, mais de 175 mil empregos foram gerados fora do Brasil em razão do aumento das importações realizadas pela indústria brasileira. Outra ação da Abimaq é o “Grito de Alerta”, movimento que pela primeira vez no país, conseguiu reunir trabalhadores e empresários em busca de um mesmo objetivo: a defesa da produção e do emprego.
“Brasil: potência ou colônia? É o que questionamos e não podemos regredir. Não existe um país rico e desenvolvido sem uma indústria desenvolvida”, disse Aubert Neto. Também participaram do evento o secretário da Fazenda, Luis Carlos Hauly, o secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, e o ex-governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, entre outras autoridades e lideranças ligadas ao setor produtivo.
A reunião faz parte de um programa da Abimaq que está percorrendo várias cidades do país para conscientizar secretários da Fazenda e políticos sobre a necessidade de encontrar alternativas para o incremento da industrialização brasileira. Entre as sugestões defendidas estão a reforma fiscal, com o fim da tributação sobre bens de capital, uma nova política de juros que se equipare às dos países desenvolvidos e investimentos em tecnologia e educação.
“Desempregômetro” – A Associação lançou um “Desempregômetro”, no estilo do “Impostômetro” criado pelas Associações Comerciais dos estados. Segundo Luiz Aubert Neto, presidente da Abimaq, mais de 175 mil empregos foram gerados fora do Brasil em razão do aumento das importações realizadas pela indústria brasileira. Outra ação da Abimaq é o “Grito de Alerta”, movimento que pela primeira vez no país, conseguiu reunir trabalhadores e empresários em busca de um mesmo objetivo: a defesa da produção e do emprego.
“Brasil: potência ou colônia? É o que questionamos e não podemos regredir. Não existe um país rico e desenvolvido sem uma indústria desenvolvida”, disse Aubert Neto. Também participaram do evento o secretário da Fazenda, Luis Carlos Hauly, o secretário de Indústria e Comércio, Ricardo Barros, e o ex-governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, entre outras autoridades e lideranças ligadas ao setor produtivo.
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