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Jornalistas Fazem Defesa Pela Regulamentação Profissional
Carlos Souza
Fonte: Assessoria de Imprensa ALEP
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Para: Editoria de PolíticaDistribuído em 28/11/06O Sindicato dos Jornalistas do Estado do Paraná (Sindijor-PR) utilizou o grande expediente da sessão plenária desta terça-feira (28) para divulgar um manifesto em defesa da formação específica para os jornalistas. De acordo com Thirsá Rossi Tirapelle, diretora de fiscalização do exercício profissional do Sindijor-PR, após 60 anos de regulamentação profissional e 80 anos de lutas pelas formação superior em jornalismo, os jornalistas paranaenses e brasileiros, há cinco anos, vem se debatendo com a clara ameaça do fim de qualquer exigência legal para o exercício regular da profissão.Desde 2001, conforme decisão da juíza Carla Rister, da 16ª Vara Cível da Justiça Federal em São Paulo, está suspensa a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. A juíza alega que a exigência do diploma fere o princípio constitucional do direito de “livre expressão”.“Esta é uma nova etapa da luta dos jornalistas brasileiros pela valorização da profissão e do jornalismo, mas depende do empenho de todo o cidadão comprometido com uma imprensa ética. Nossa intenção é assegurar a vitória final no julgamento do mérito da ação principal e vencer esta batalha”, observou Thirsá, lembrando que são mais 100 mil jornalistas profissionais trabalhando no País, regulamentados e tendo cursado os quatro anos de Comunicação Social – habilitação em Jornalismo.A diretora de fiscalização do exercício profissional do Sindijor-PR destacou ainda que a atividade profissional do jornalista produz interpretação da realidade, indução de intenções, vontades, comportamentos e valores. “Em cada sociedade, os jornalistas ajudam a produzir cultura, a constituir ou desconstituir movimentos coletivos, a legitimar ou questionar as relações de poder estabelecidas. São, portanto, profissionais que cumprem uma relevante função social”, disse, defendendo a necessidade da formação específica para o exercício da profissão. “A defesa da obrigatoridade do diploma está longe de ser uma questão meramente corporativa. Por isso, o Sindijor-PR convoca a sociedade para aderir à nova fase da campanha nacional em defesa do diploma”, acrescentou a jornalista. A orientação é que os profissionais, professores, estudantes de jornalismo e cidadãos brasileiros enviem mensagens aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) protestando contra a decisão do ministro Gilmar Mendes, que deferiu medida cautelar quem mantém a validade dos registros precários conseguidos enquanto a decisão da juíza Carla Rister vigora. Os endereços dos ministros podem ser encontrados na página do Sindijor-PR (www.sindijorpr.org.br ) ou no site da Fenaj (www.fenaj.org.br).
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