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Presidente do Conselho Federal de Medicina profere palestra na Assembleia
19h36
por Nádia Fontana, com informações da assessoria parlamentar
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 / 4049
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O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto Luiz D’Ávila, proferiu palestra no Plenarinho da Assembleia Legislativa, na noite desta segunda-feira (12), sobre o tema “Medicina, Saúde e Equidade”. Na ocasião, o médico foi homenageado pelo deputado Ney Leprevost (PSD), propositor do evento e líder da Frente Estadual da Saúde e Cidadania.
D’Ávila, que exerce a medicina há 35 anos, enalteceu a importância de se discutir o papel do médico e a justiça distributiva, no sentido de que todos devem ter o mais pleno acesso à saúde. “Temos no Brasil 370 mil médicos, num país com grandes variedades regionais, onde há carência de profissionais no interior porque não existe uma política que estimule os jovens a atuar no interior”, declarou. Na opinião dele, estamos vivenciando um momento conturbado, que revela a falta de interesse mínimo do governo em buscar uma solução para a melhoria da saúde pública.
O presidente do CFM é cardiologista, médico do trabalho e ainda professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). É graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1976), mestre em Neurociência e Comportamento (1978 – UFSC) e doutorando em Bioética, na Universidade do Porto (Portugal). “Instruir e conscientizar é exercer a cidadania, trazendo a população para debater um dos temas mais importantes para si: saúde de qualidade e igual para todos”, afirma Leprevost, ao falar sobre a importância dos debates em torno das questões da saúde.
Ética – D’Ávila acumula anos de experiência dentro da rede de conselhos de medicina e desde 1999 vem representando o estado de Santa Catarina junto ao CFM, onde, em gestões anteriores, também já ocupou os cargos de corregedor e de 1º vice-presidente. O Conselho Federal de Medicina é um órgão que possui atribuições constitucionais de fiscalização e normatização da prática médica. Criado em 1951, sua competência inicial reduzia-se ao registro profissional do médico e à aplicação de sanções do Código de Ética Médica.
Nos últimos 50 anos, o Brasil e a categoria médica mudaram muito, e hoje, as atribuições e o alcance das ações deste órgão estão muito mais amplas, extrapolando a aplicação do Código de Ética Médica e a normatização da prática profissional. Atualmente o Conselho Federal de Medicina exerce um papel político importante na sociedade, atuando na defesa da saúde da população e dos interesses da classe médica. Além de zelar pelo desempenho ético da medicina e pelo bom conceito da profissão, o CFM organiza uma série de atividades e presta diversos serviços aos médicos e à sociedade brasileira.
D’Ávila, que exerce a medicina há 35 anos, enalteceu a importância de se discutir o papel do médico e a justiça distributiva, no sentido de que todos devem ter o mais pleno acesso à saúde. “Temos no Brasil 370 mil médicos, num país com grandes variedades regionais, onde há carência de profissionais no interior porque não existe uma política que estimule os jovens a atuar no interior”, declarou. Na opinião dele, estamos vivenciando um momento conturbado, que revela a falta de interesse mínimo do governo em buscar uma solução para a melhoria da saúde pública.
O presidente do CFM é cardiologista, médico do trabalho e ainda professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). É graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1976), mestre em Neurociência e Comportamento (1978 – UFSC) e doutorando em Bioética, na Universidade do Porto (Portugal). “Instruir e conscientizar é exercer a cidadania, trazendo a população para debater um dos temas mais importantes para si: saúde de qualidade e igual para todos”, afirma Leprevost, ao falar sobre a importância dos debates em torno das questões da saúde.
Ética – D’Ávila acumula anos de experiência dentro da rede de conselhos de medicina e desde 1999 vem representando o estado de Santa Catarina junto ao CFM, onde, em gestões anteriores, também já ocupou os cargos de corregedor e de 1º vice-presidente. O Conselho Federal de Medicina é um órgão que possui atribuições constitucionais de fiscalização e normatização da prática médica. Criado em 1951, sua competência inicial reduzia-se ao registro profissional do médico e à aplicação de sanções do Código de Ética Médica.
Nos últimos 50 anos, o Brasil e a categoria médica mudaram muito, e hoje, as atribuições e o alcance das ações deste órgão estão muito mais amplas, extrapolando a aplicação do Código de Ética Médica e a normatização da prática profissional. Atualmente o Conselho Federal de Medicina exerce um papel político importante na sociedade, atuando na defesa da saúde da população e dos interesses da classe médica. Além de zelar pelo desempenho ético da medicina e pelo bom conceito da profissão, o CFM organiza uma série de atividades e presta diversos serviços aos médicos e à sociedade brasileira.
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