Projeto prevê musicoterapia para autismo e outras síndromes
A Comissão de Saúde Pública da Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira (20) projeto de lei 577/2020, do deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), que prevê a criação de um programa para incentivar a musicoterapia no tratamento de pessoas com deficiências, síndromes ou transtorno do espectro autista. A proposta segue para votação no plenário do Legislativo.
Romanelli explica que há evidências científicas sobre a eficácia da musicoterapia, especialmente para o tratamento de pessoas com autismo, deficiência, transtornos mentais, pessoas que sofreram acidente vascular, idosos com mal Alzheimer, entre outras síndromes.
“É inegável que a música amplia o potencial de interação das pessoas, e a musicoterapia vem provando, por meio de resultados efetivos, ser um importante procedimento terapêutico”, afirma.
“O cérebro humano é estimulado pela música e por seus elementos. Mesmo em casos de acidentes vasculares, traumas ou perdas variadas da capacidade mental, o paciente é beneficiado pela musicoterapia”, acrescenta o deputado.
TEA – No caso do Transtorno do Espectro Autista (TEA), a musicoterapia facilita a comunicação verbal e não verbal, o contato visual e tátil, o foco e a atenção, a criatividade, o desenvolvimento social e as relações inter e intrapessoal. Benefícios que podem ser observados já nas primeiras sessões e que podem ser mantidos por toda a vida, de acordo com a individualidade de casa caso.
“Há um enorme ganho e uma melhoria da qualidade de vida do autista e da família”, frisa Romanelli.
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