Servidores da Assembleia manifestam apoio a projeto de reajuste da Mesa Executiva de 3,45%
Representantes dos funcionários da Assembleia Legislativa se manifestaram favoráveis ao projeto que propõe a reposição salarial de 3,45% e o plano de reajuste de três anos, nos mesmos moldes que o do Poder Executivo.
Os funcionários formaram uma comissão para discutir o assunto. Maria Joaquina Faria de Paula, a Kika, funcionária da Diretoria de Apoio ao Plenário, é uma das integrantes e diz que a categoria constatou que vai ter um ganho real de 1% , além de contar a contar com uma política salarial para os próximos três anos.
(sonora)
Nesta quinta-feira, mais de 130 servidores se reuniram no Plenarinho para discutir a proposta. Eles analisaram o projeto de autoria da Mesa Executiva e também a possibilidade de um aumento de 8,17%, mesmo percentual que está sendo proposto para os servidores do Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria Pública.
Houve inclusive votação. A proposta da Mesa Executiva foi aprovada pela grande maioria dos funcionários. Foram apenas quatro votos contrários.
Ao definir as normas para a recomposição salarial dos próximos três anos, a medida estabelece ainda garantia em relação às futuras negociações sobre o índice de reajuste, e que normalmente ocorre perto da data-base.
Segundo o presidente Ademar Traiano (PSDB), ao oferecer uma reposição salarial pelos próximos três anos, corrigindo a inflação, com ganho real de mais 1% para os servidores, a Assembleia dá exemplo de coerência.
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Foi a partir de negociações feitas pela própria Assembleia, que surgiu a proposta de reajuste dos funcionários do Governo e que colocou fim à greve dos servidores da Educação. Um entendimento construído com os deputados da base aliada, debatido com parlamentares da oposição e também com as lideranças do Fórum dos Servidores Públicos.
Nos últimos anos, o Poder Legislativo já devolveu aos cofres do Executivo R$ 600 milhões de reais, como resultado de economias administrativas. Além disso, durante as negociações com o funcionalismo em greve, abriu mão de R$ 87 milhões do seu próprio Orçamento para garantir o reajuste salarial da categoria.
Os reajustes serão estendidos aos inativos e pensionistas. Os índices de reajuste serão aplicados ao auxílio-alimentação e ao auxílio-creche.
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