Técnicos apresentam projeto preliminar para regiões metropolitanas do Paraná
Integrantes da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (COMEC) e da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SEDU)/Paranacidade, se reuniram, na tarde desta terça-feira (20) com o deputado Alexandre Guimarães (PSD), presidente da Comissão de Assuntos Metropolitanos da Assembleia, para apresentar os estudos preliminares do planejamento para o Paraná se adaptar ao Estatuto da Metrópole, que tem o objetivo de promover a integração de ações entre os municípios que formam uma metrópole, em parceria com os governos estadual e federal: as novas regiões metropolitanas.
O técnico do Ipardes, que está atuando como prestador de serviços na SEDU, Clóvis Ultramari, explicou que, para os gestores municipais, nem sempre é viável para um município estar inserido em uma Região Metropolitana. E que às vezes fazer parte dessa região traz mais desvantagens que vantagens.
(Sonora)
Entre os critérios para estar inserido em uma Região Metropolitana e não apenas em um aglomerado de pessoas, estão, por exemplo, ter boa estrutura de transporte público, saneamento básico, habitação e destinação final de lixo. São, pelo menos sete as diretrizes, mas Clóvis destacou que, em princípio, seriam apenas três as mais importantes no novo plano de gestão que está sendo desenhado: transporte, uso e ocupação do solo e meio ambiente. Por isso, mudanças serão necessárias para se estabelecer a nova realidade sócio- econômica das regiões, inclusive a de Curitiba, que foi criada na década de 1970 e não está adequada ao Estatuto. E o tempo é curto. É preciso estar em conformidade com a nova legislação até fevereiro de 2018. E o deputado Alexandre Guimarães encara essa transformação como um desafio.
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No Paraná, são oito as regiões metropolitanas: Curitiba, Londrina. Maringá, Cascavel, Campo Mourão, Apucarana, Umuarama e Toledo. Mas, para se adequar ao Estatuto, os técnicos avaliam que este número teria de ser reduzido para quatro regiões: Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel.
Para Clóvis, só o fato da Assembleia ter uma Comissão, já é um avanço para as negociações, afinal, é daqui que vão sair os projetos de lei que vão criar as novas regiões metropolitanas paranaenses.
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Da Assembleia Legislativa do Paraná, repórter Cláudia Ribeiro.
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