CPI da JMK pede quebra de sigilo bancário de empresas, oficinas e pessoas físicas. Em razão do pedido, o relatório final dos trabalhos não será apresentado na próxima semana, como estava previsto.

19/11/2019 11h59 | por Diretoria de Comunicação
Reunião da CPI da JMK realizada na terça-feira (19/11).

Reunião da CPI da JMK realizada na terça-feira (19/11).Créditos: Kleyton Presidente/Assembleia

Reunião da CPI da JMK realizada na terça-feira (19/11).

Os deputados que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura possíveis irregularidades no contrato de manutenção da frota de veículos do Poder Executivo aprovaram em reunião realizada nesta terça-feira (19) na Assembleia Legislativa do Paraná requerimento para oficializar os órgãos competentes para a quebra do sigilo bancário, no período entre janeiro de 2015 e maio de 2019, de 20 oficinas mecânicas, cinco empresas e oito pessoas físicas, que teriam ligação com a empresa JMK, prestadora dos serviços ao Estado.

Segundo o presidente da CPI, deputado Soldado Fruet (PROS), a medida foi necessária, visto que o pedido inicial feito pela Procuradoria da Assembleia foi indeferido sob o argumento de que a CPI tem competências para fazer tal solicitação. “O relator acha muito importante essa quebra de sigilo para o relatório. A reunião foi para que a CPI fizesse essa quebra de sigilo. Demonstra claramente que todos os deputados estão empenhados nessa CPI, será um bom relatório, ainda mais subsidiado com as informações da quebra de sigilo”, disse Fruet.

Para o relator da CPI, deputado Delegado Jacovós (PL) a não apresentação do relatório no próximo dia 26, como estava previsto, não irá interferir nos trabalhos do grupo, pelo contrário, irá contribuir ainda mais para o relatório final que será apresentado. “O presidente havia solicitado se poderíamos apresentar o relatório até o dia 26. Falamos que sim, mas faltavam documentos que seriam cruciais e hoje os deputados entenderam que é preciso esperar para ver se vamos conseguir essa quebra de sigilo”, explicou. “A expectativa é que possamos verificar se existe direcionamento de valores para determinadas pessoas. Com a quebra de sigilo dá para verificar se houve depósitos, entrosamento de pessoas com essas empresas. Vamos ver se seremos atendidos e incluir no relatório”, completou Jacovós.

Regimentalmente, após o pedido de prorrogação por mais 60 dias realizado em setembro, os trabalhos da CPI devem ser encerrados até o dia 21 de dezembro. Após esse prazo, o relator tem 30 dias para finalizar o relatório. “O relatório já está em andamento, o que vamos aguardar é se virão os documentos da quebra de sigilo para acrescentar”, afirmou o deputado Delegado Jacovós.

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