Espaço paranaense dedicado à cultura egípcia guarda única múmia original no Brasil O programa Assembleia Entrevista conversou sobre o Museu Egípcio e Rosacruz com Hélio de Moraes e Marques, representante do complexo cultural.

06/10/2022 10h50 | por Thiago Alonso
O programa Assembleia Entrevista conversou sobre o Museu Egípcio e Rosacruz com Hélio de Moraes e Marques, representante do Museu Egípcio e Rosacruz.

O programa Assembleia Entrevista conversou sobre o Museu Egípcio e Rosacruz com Hélio de Moraes e Marques, representante do Museu Egípcio e Rosacruz.Créditos: Orlando Kissner/Alep

O programa Assembleia Entrevista conversou sobre o Museu Egípcio e Rosacruz com Hélio de Moraes e Marques, representante do Museu Egípcio e Rosacruz.

Os mistérios e a tradição da cultura egípcia podem ser desvendos pela população paranaense. Um local em Curitiba, na capital do Estado, possui um complexo egípcio que conta com museu e outros espaços históricos dedicados à cultura milenar. O Museu Egípcio e Rosacruz, que possui em seu acervo a única múmia original no Brasil, é o tema da semana do programa Arte & Cultura na Assembleia, da TV Assembleia. A atração conversou com Hélio de Moraes e Marques, Grande Mestre da jurisdição da língua portuguesa da Ordem Rosacruz (AMORC) e representante do complexo cultural. O programa vai ao ar nesta sexta-feira, às 11 horas, com reprises ao longo da semana.

A maior atração do museu se trata de uma peça autêntica: Tothmea, a múmia de uma dama egípcia com aproximadamente 2.700 anos e que está no museu desde 1995. “Além da múmia, há a reconstrução de como ela seria. Quando a pessoa entra no museu, há um filme que passa o processo todo de reconstituição da possível face da Tothmea. Temos uma sala reservada só para ela. É um espaço muito interessante que vale conhecer”, revelou Hélio de Moraes e Marques.

O Grande Mestre da jurisdição da língua portuguesa da Ordem Rosacruz contou que o museu possui mais de 700 peças de diversas etapas da cultura egípcia, entre elas uma réplica do sarcófago com a múmia do faraó Tutancâmon. “A visita começa com peças mais primitivas e vai até a construção das pirâmides”, contou Marques.

Sobre a AMORC, ele explicou que a entidade realiza um trabalho externo que atende toda a sociedade. “Por outro lado, possuímos um trabalho interno de estudos da Ordem Rosacruz. A Ordem, que surgiu no Egito, possui uma filosofia que é um convite ao desenvolvimento das potencialidades do ser humano através do conhecimento da própria natureza humana. A proposta é desenvolver as potencialidades do autoconhecimento”, disse.

Além do Museu Egípcio, o complexo conta com o Espaço de Arte Francis Bacon, dedicado às artes em geral; com a Biblioteca Alexandria, espaço com mais de 10 mil obras; com o Complexo Luxor, composto pela Alameda das Esfinges, pelo Obelisco de Tutmés III e pelo Atrium Romano, onde se encontra a estátua do imperador romano Augusto César; e o Memorial Rosacruz, com a finalidade de proporcionar um ambiente de recolhimento para a meditação.

Quem se interessou e quiser conferir, o espaço funciona de terça à sexta-feira, das 10h às 17h30, e aos sábados e domingos, das 10h às 17h. Os valores variam entre R$ 5 e R$ 34, dependendo da faixa etária e dos espaços visitados. As informações completas para a visitação podem ser conferidas no site www.amorc.org.br. O local fica na Rua Nicarágua, 2620, em Curitiba.

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