CCJ do Parlamento Universitário encerra atividades com aprovação de 35 projetos dos estudantes
Propostas seguem agora para análise de mérito nas demais comissões técnicas do Parlamento Universitário, antes de serem submetidas ao Plenário.
“Foi uma experiência muito interessante, muito boa, porque pudemos na prática aprofundar os conhecimentos sobre a constitucionalidade de diversos projetos, com fundamento nas Constituições Estadual e Federal. E pude presidir justamente a última reunião. Foi realmente muito produtivo”, disse a aluna.
Iniciativas aprovadas – Dentre as diferentes iniciativas que receberam parecer favorável na Comissão, está o projeto de lei nº 35/2018, de autoria do deputado-universitário Arthur Wistuba (Universidade Positivo), que veda a contração de empresas e consórcios formados por empresas que não cumpram a igualdade salarial entre homens e mulheres no Paraná.
Da mesma forma, passou na CCJ o projeto de lei complementar nº 2/2018, que institui a Região Metropolitana de Foz do Iguaçu, entre outras providências. Os autores são os estudantes Lucca Oliveira e Vitor Capacle (UFPR). E foi igualmente aprovado o projeto de lei nº 37/2018, que determina a disponibilização, pelos órgãos da administração pública, de canal sem fio para acesso universal e gratuito à rede mundial de computadores pela população, de iniciativa do aluno Gustavo Salles (Universidade Positivo).
Evolução – No total, 56 projetos foram apresentados pelos estudantes que participam da terceira edição do programa Parlamento Universitário. Para o diretor Legislativo e coordenador da Escola do Legislativo da Assembleia, Dylliardi Alessi, a evolução dos estudantes foi significativa e muitos estudaram os fundamentos dos projetos e defenderam os seus pareceres, pela aprovação ou pela rejeição da matéria.
“Encerramos a CCJ, que é sem dúvida uma das principais comissões da Casa, e onde tivemos neste início o maior volume de trabalho, porque é o momento de fazermos as devidas orientações e explicações sobre o respeito à constitucionalidade e a legalidade dos projetos. No início os estudantes tiveram um pouco de dificuldade, mas foram evoluindo e apresentaram pareceres muito bons, com qualidade”, analisou.
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