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Deputado Marcelo Rangel (pps)
17h50
por Osni Gomes / 41 9161-5680
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Dois projetos de lei do deputado Marcelo Rangel, aprovados nesta terça-feira (2) na Assembléia, vão possibilitar o atendimento a segmentos da sociedade paranaense que esperam por soluções para seus problemas.O primeiro é baseado numa lei que já está em vigor no Rio Grande do Sul e que consiste basicamente em auxiliar mães, com filhos recém-nascidos, portadores de algum tipo de deficiência crônica ou patológica. O deputado argumentou que “não são raros os casos de crianças nascidas com algum tipo de deficiência ou patologia, cujas mães, por falta de orientação ou conhecimento, não tomam os necessários cuidados”. E por não oferecerem aos seus filhos condições de tratamento ou mesmo não encaminharem essas crianças a casas especializadas, tornam o problema ainda mais crônico. A falta de conhecimento ou tratamento condizente contribui para agravar as condições de saúde dessas crianças, algumas vezes com efeitos irreversíveis. O objetivo da lei é evitar o desconhecimento por parte das mães e dar informações por escrito à parturiente sobre os cuidados a serem tomados com o recém-nascido por conta de sua deficiência ou patologia e encaminhá-los para tratamento.Segundo Marcelo, é algo que não custa ao Estado, não encarece a assistência médica e ainda pode possibilitar que uma criança tratada devidamente e no tempo certo possa se recuperar e viver uma vida normal em condições de igualdade com toda a sociedade.Ao consumidorO projeto 802 prevê que as empresas de serviço público que atuam em municípios com mais de 3 mil usuários e a partir 20 mil habitantes terão que possuir um escritório com atendimento personalizado. O deputado exemplifica que quem explora o serviço de telefonia, móvel ou fixa, terá que dar um melhor atendimento aos seus usuários. Ele alega que as empresas fazem grandes investimentos publicitários, mas que não se importam na mesma proporção em dar bom atendimento aos seus clientes.“Nos pequenos municípios o usuário tem apenas a alternativa de discar para o 0400 (um serviço pago) para solicitar informações, corrigir defeitos ou até mesmo para cancelar um serviço e ainda assim perdem muito tempo e dinheiro, sem serem condizentemente atendidos”.Rangel lembra que “o atendimento automatizado conspira contra o cidadão, pois é precário, de difícil acesso e ainda proporciona a substituição do atendente pela máquina, reduzindo o tratamento pessoal que é mais dinâmico”.
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