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Gilmar Cardoso fala sobre poesia no programa "Autores Paranaenses" deste sábado (3)

Assessoria de Imprensa, com colaboração de Simone Giacometti.
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
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A memória de Gilmar Cardoso impressiona.  Formado em Direito, o assessor jurídico que trabalha na Assembleia Legislativa do Paraná também cursou Letras e se dedica aos livros. Já tem doze deles publicados, passando pelos mais variados gêneros. Mas a preferência é pela poesia.
O entrevistado do programa “Autores Paranaenses” que vai ao ar neste sábado (3), às 15 horas, na TV Assembleia, conta como começou a escrever.  E fala sobre o seu processo criativo e sobre a capacidade de síntese tão importante aos poetas, para que façam caber o mundo dentro de uma só estrofe.
A dica de leitura da semana é “Juntos...Poesia nossa de cada dia”, seu livro em parceria com José Eugênio Maciel.  Nele, estão poemas curtos sobre vários temas, inclusive política. Para Gilmar, os poemas estão em todos os lugares.  Aguardam ser escritos.
O escritor paranaense nascido em Campo Mourão ajudou a fundar a Academia Mourãoense de Letras.  É um incentivador da literatura.  Paixão que aprendeu desde os primeiros anos na escola e que cultiva diariamente, com carinho.
Teve o privilégio de conviver com Helena Kolody, nos últimos anos da vida dela. Gilmar se tornou amigo da poeta. Na época sua namorada, hoje esposa, trabalhava em uma farmácia frequentada por Helena.  E lá nasceu a amizade que se fortaleceu a tal ponto de a professora prefaciar o livro “Poetar é Preciso”.  Gilmar frequentava o apartamento dela e numas dessas vezes, ganhou um presente especial.   Num pedaço de papel que guarda até hoje, ela deu a ele um poema inédito, escrito na hora:

“Não morrem de uma só vez alguns teimosos velhinhos.
Resistem mês após mês
E vão se apagando aos pouquinhos. ”

 

 

 

 

 

 

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