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Liderança da Oposição
18h44
por Sonia Maschke - Jaime Santorsula Martins / 41-3350-4193
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O líder da Oposição, deputado Élio Rusch (DEM), lamentou nesta segunda-feira (11) que a Companhia Independente de Policiamento e Operações de Fronteiras (CIPOFron) a ser instalada em Guaíra não irá operar com todo o efetivo conforme determina a lei.“Essa companhia será formada de início por apenas 60 policiais. Gradativamente o restante das vagas deverá ser preenchido dentro das necessidades. A necessidade é urgente. O Governo precisa fazer esse concurso e colocar a Companhia em pleno funcionamento”, disse.Rusch é um dos deputados que tem reivindicado uma atenção das autoridades para o patrulhamento de fronteiras no país.“São nas divisas que entram drogas e armamentos no Brasil. Essa companhia é bem vinda, mas precisa contar com o efetivo completo”.A lei aprovada determina um efetivo de 282 policiais militares. Deste total 112 vagas serão ocupadas por policiais de outras localidades que serão promovidos.“O governo ao invés de cumprir o que determina a lei e aumentar o efetivo da polícia militar irá remanejar alguns oficiais. Vai retirar de outras unidades do estado. Se temos poucos policiais na ativa vamos diminuir ainda mais o efetivo de outras praças?”, questionou.O projeto determina ainda que 170 soldados irão compor a Companhia “de maneira gradual, conforme disponibilidade orçamentária, financeira e fiscal do Estado”.“Não há previsão de concurso para que esses policiais integrem a Companhia. O projeto tem o seu mérito e precisamos que seja aprovado o mais rápido porque a região precisa desta companhia, mas tem também algumas falhas”, ressaltou.Entre as falhas apontadas, além de não prever o funcionamento pleno da Companhia, o deputado ressaltou também um erro na redação da matéria.Segundo o deputado, ao criar a companhia e aumentar o efetivo, o governador está revogando uma lei anterior que aumentou o quadro da Polícia Militar para a criação da Companhia de Umuarama, que foi instituída por decreto governamental.“Existe esse erro técnico e é preciso consertar. Não podemos aprovar uma lei do modo que está e na sequência criar um impasse na criação da Companhia de Guaíra”, alertou.
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