Projeto para dar mais transparência aos salários pagos pelo governo avança na Alep
O projeto de lei que torna obrigatória a transparência de valores pagos no poder público foi aprovado por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta terça-feira (27). Na prática empresas como Copel, Sanepar e Compagas terão que divulgar remunerações e gratificações.
A proposta, de autoria dos deputados Tiago Amaral e Homero Marchese, inclui empresas públicas de economia mista, fundações e autarquias. O projeto segue agora para a Comissão de Finanças e Tributação antes de ser votado em plenário.
“O projeto é compatível com a realidade que o país atravessa. Todos aqueles que são remunerados pela administração pública, que ocupam funções em conselhos nas administrações diretas e indiretas devem ter os vencimentos e jetons abertos para toda a sociedade, até para melhorar o controle e a fiscalização. Nunca foi possível ter essas informações com clareza. Todo mundo sabe quanto ganha um deputado, um governador, um professor, essas informações estão no Portal de Transparência. Precisamos avançar mais na transparência”, afirmou Tiago Amaral, vice-líder do governo na Assembleia Legislativa.
O projeto nº 777/2015 de Tiago Amaral foi apresentado com o anexo nº 113/2019 apresentado pelo deputado Homero Marchese (PROS).
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