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Stephanes pede reconhecimento da profissão de papiloscopista
Assessoria de Imprensa, com a colaboração da jornalista Neusa Pohl.
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
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A passagem do Dia dos Papiloscopistas foi registrada nesta quarta-feira (5) em discurso na Assembleia Legislativa, pelo deputado Stephanes Junior (PMDB), que aproveitou para fazer um apelo ao Governo para que regularize a profissão no âmbito estadual, como prevê projeto de sua autoria. Para o deputado, que se dirigiu ao líder do Governo, Ademar Traiano (PSDB), dezenas de pessoas atuam no setor dentro dos quadros públicos, mas não possuem a profissão oficialmente reconhecida.
No discurso, Stephanes Junior cumprimentou o presidente da Associação dos Papiloscopistas, Jorge Luiz Lima, em nome da categoria, e destacou a importância dos especialistas. “São profissionais que atuam na identificação, na elucidação de crimes e até na confecção de retratos falados. São eles os responsáveis pelo nosso primeiro reconhecimento como cidadãos, ao emitirem nossas Cédulas de Identidade”, ressaltou.
A papiloscopia é o processo de identificação humana por meio das impressões digitais, que é normalmente utilizado para fins judiciários. Esta área do conhecimento estuda as papilas dérmicas (saliências da pele) existentes na palma das mãos e na planta dos pés, também conhecida como o estudo das impressões digitais. O processo engloba também a identificação das impressões das palmas das mãos, a identificação das impressões das plantas dos pés, a identificação dos poros da epiderme e a identificação das cristas papilares.
O primeiro sistema científico de identificação foi o sistema antropométrico, lançado em Paris por Alfonse Bertillon (1853-1914), em 1882. A datiloscopia ganhou novo impulso com a adoção oficial desse sistema, em 1891, pela Scotland Yard, a polícia metropolitana da cidade de Londres, Reino Unido.
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No discurso, Stephanes Junior cumprimentou o presidente da Associação dos Papiloscopistas, Jorge Luiz Lima, em nome da categoria, e destacou a importância dos especialistas. “São profissionais que atuam na identificação, na elucidação de crimes e até na confecção de retratos falados. São eles os responsáveis pelo nosso primeiro reconhecimento como cidadãos, ao emitirem nossas Cédulas de Identidade”, ressaltou.
A papiloscopia é o processo de identificação humana por meio das impressões digitais, que é normalmente utilizado para fins judiciários. Esta área do conhecimento estuda as papilas dérmicas (saliências da pele) existentes na palma das mãos e na planta dos pés, também conhecida como o estudo das impressões digitais. O processo engloba também a identificação das impressões das palmas das mãos, a identificação das impressões das plantas dos pés, a identificação dos poros da epiderme e a identificação das cristas papilares.
O primeiro sistema científico de identificação foi o sistema antropométrico, lançado em Paris por Alfonse Bertillon (1853-1914), em 1882. A datiloscopia ganhou novo impulso com a adoção oficial desse sistema, em 1891, pela Scotland Yard, a polícia metropolitana da cidade de Londres, Reino Unido.
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