Assembleia promove audiência pública sobre a privatização da Petrobras no Paraná O debate é proposto pelo deputado Requião Filho (MDB) que acredita que a medida resultará numa série de consequências desastrosas para o estado.

07/11/2019 10h57 | por Thais Faccio
O debate é proposto pelo deputado Requião Filho (MDB) que acredita que privatização da Petrobrás no Paraná resultará numa série de consequências desastrosas para o estado.

O debate é proposto pelo deputado Requião Filho (MDB) que acredita que privatização da Petrobrás no Paraná resultará numa série de consequências desastrosas para o estado.Créditos: Orlando Kissner/Alep

O debate é proposto pelo deputado Requião Filho (MDB) que acredita que privatização da Petrobrás no Paraná resultará numa série de consequências desastrosas para o estado.

“As Consequências da saída da Petrobras no estado do Paraná” é o tema da audiência pública promovida pelo deputado Requião Filho (MDB), que acontece na segunda-feira (11), no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná. O evento, a partir das 9 horas, deve reunir especialistas, petroleiros e representantes sindicais. “Aqui no Paraná nós temos o xisto em São Mateus do Sul e a Repar em Araucária. São empresas responsáveis por grande parte da arrecadação e dos empregos destas cidades e a privatização destas duas frentes da Petrobras é muito ruim para o Estado”, afirmou o deputado.

Para ele, a privatização da empresa já é algo muito ruim e perder milhares de postos de trabalho e arrecadação para outros estados é muito pior. “O debate é importante e necessário, porque vamos trazer petroleiros e especialistas para mostrar aos colegas deputados os impactos que isso irá gerar ao Paraná”, afirmou.

Requião Filho disse que o anúncio de privatizar a Petrobras segue na contramão do que fazem outros países que, ao contrário, têm buscado maneiras de fortalecer seu posicionamento na questão da energia. A produção atual beira os 1,9 milhões de barris por dia e a empresa é pioneira no desenvolvimento de diversas tecnologias, como a de exploração do pré-sal, por exemplo.

“É um crime contra o Brasil. A energia produzida pela Petrobras é a sétima maior do mundo e é vital para nossa economia e para segurança. E aqui no Paraná isso representaria numa série de consequências desastrosas, inclusive com demissões em massa. Dificilmente você verá algum outro lugar do mundo adotando uma política autodestrutiva desta maneira”, apontou.

São esperados representantes do Sindicato dos Petroquímicos do Paraná, Associação dos Engenheiros da Petrobrás do Rio de Janeiro, Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina, engenheiros, especialistas e outros convidados.

Já confirmaram presença o PHD em Engenharia na área do Petróleo e Especialista em Minas e Energia, Paulo César Ribeiro Lima; a geóloga e conselheira da Associação dos Engenheiros da Petrobrás do Rio de Janeiro, Ana Patrícia Cavalcanti de Castro Laier e o advogado e presidente do Sindicato dos Petroleiros do Paraná e Santa Catarina (Sindipetro PR/SC), Mario Dal Zot.

SERVIÇO

Audiência Pública: “Consequências da saída da Petrobras no Estado do Paraná”

Quando: 11 de novembro, segunda-feira, às 9 horas

Local: Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná

Praça Nossa Senhora da Salete, s/nº - Centro Cívico, Curitiba, PR

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