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Legislativo discute redução de jornada para trabalhadores da saúde pública
13h00
por Rodrigo Rossi
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4049/4188
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A Assembleia Legislativa promoveu audiência pública na manhã desta segunda-feira (14), no Plenarinho, para discutir a implantação da jornada de 30 horas semanais para os trabalhadores da saúde. Por iniciativa da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania, presidida pelo deputado Tadeu Veneri (PT), representantes de sindicatos e entidades, assim como do Poder Público, estiveram na reunião. O objetivo, com lembrou o parlamentar, é que a sociedade se mobilize e reivindique melhorias nas condições dos servidores, que muitas vezes acabam assumindo carga horária muito superior ao que se pode suportar, comprometendo a própria saúde e a de quem depende do atendimento e dos serviços nos hospitais e outros postos de atendimento. “É preciso um processo de construção de 30 horas. A audiência é justamente para isso, trocar informações. A redução ajuda o profissional de saúde. O sistema de saúde está no limite, mas é preciso haver entendimento entre servidores e governo para que um projeto possa caminhar, sem criar falsas expectativas. Daremos continuidade nesta discussão de redução de jornada”, afirmou o deputado.
A audiência contou com a presença do deputado estadual Professor Lemos (PT) e do deputado federal Dr. Rosinha (PT). Existe também no Congresso Nacional uma discussão acerca da redução da jornada de trabalho na saúde. Participaram do encontro, ainda, representantes da Secretaria de Estado da Saúde, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindisaúde), do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Curitiba e Região Metropolitana (Sindesc), do Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc), da Nova Central Sindical dos Trabalhadores, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS) e do Hospital Pequeno Príncipe.
Luta histórica – Segundo a secretária-geral do Sindisaúde, Elaine Rodela, a luta para implantação de carga de 30 horárias é histórica no Paraná, portanto a mobilização é necessária, na tentativa de sensibilizar governantes e administradores de hospital. “Que os gestores e donos de hospitais lembrem há quanto tempo estamos buscando a redução de jornada, desde 1990. Faremos quantas discussões e debates forem necessários para que o Estado avance, porque nós da rede estadual estamos submetidos às mesmas condições de trabalho e adoecimentos por conta da carga excessiva. A audiência reforça a nossa luta”, afirmou a sindicalista.
Já a presidente do Sindesc, Isabel Cristina Gonçalves, lembra da redução de carga horária em hospitais privados por conta da organização dos trabalhadores. Segundo ela, a audiência pública é o canal legítimo e importante para amplificar a demanda dos trabalhadores. “Mais uma vez estamos juntos pela implantação das 30 horas em uma audiência pública. E resistiremos até a implantação da redução de jornada. Conseguimos a diminuição da carga de 40 para 36 horas na rede privada e por isso esperamos avançar nesta proposta na rede pública”, analisou.
A audiência contou com a presença do deputado estadual Professor Lemos (PT) e do deputado federal Dr. Rosinha (PT). Existe também no Congresso Nacional uma discussão acerca da redução da jornada de trabalho na saúde. Participaram do encontro, ainda, representantes da Secretaria de Estado da Saúde, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindisaúde), do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Curitiba e Região Metropolitana (Sindesc), do Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc), da Nova Central Sindical dos Trabalhadores, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS) e do Hospital Pequeno Príncipe.
Luta histórica – Segundo a secretária-geral do Sindisaúde, Elaine Rodela, a luta para implantação de carga de 30 horárias é histórica no Paraná, portanto a mobilização é necessária, na tentativa de sensibilizar governantes e administradores de hospital. “Que os gestores e donos de hospitais lembrem há quanto tempo estamos buscando a redução de jornada, desde 1990. Faremos quantas discussões e debates forem necessários para que o Estado avance, porque nós da rede estadual estamos submetidos às mesmas condições de trabalho e adoecimentos por conta da carga excessiva. A audiência reforça a nossa luta”, afirmou a sindicalista.
Já a presidente do Sindesc, Isabel Cristina Gonçalves, lembra da redução de carga horária em hospitais privados por conta da organização dos trabalhadores. Segundo ela, a audiência pública é o canal legítimo e importante para amplificar a demanda dos trabalhadores. “Mais uma vez estamos juntos pela implantação das 30 horas em uma audiência pública. E resistiremos até a implantação da redução de jornada. Conseguimos a diminuição da carga de 40 para 36 horas na rede privada e por isso esperamos avançar nesta proposta na rede pública”, analisou.
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