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Sociedade deve se mobilizar contra o fracking, alerta Rasca Rodrigues
18h02
por Assessoria de Imprensa, com a colaboração da assessoria parlamentar.
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
2 min de leitura
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O deputado Rasca Rodrigues (PV) alertou nesta terça-feira (20) para os perigos que o uso do fracking na exploração do gás do xisto representa para a vida e o meio ambiente no Paraná. “Às vezes me parece que ninguém está entendendo o que está acontecendo. As pessoas não estão percebendo que o fracking pode ser o indutor da maior catástrofe ambiental no Paraná, na mais importante região de produção agrícola, a da agricultura familiar e do Aquífero Guarani. É urgente que a sociedade se mobilize contra esta ameaça”, disse ele.
O deputado participou de um evento promovido pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), por meio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias (CAOP) de Proteção ao Meio Ambiente, que teve o apoio de entidades ambientalistas e de movimentos sociais, com objetivo de discutir os riscos decorrentes do uso da tecnologia do fracking, que é considerada uma das formas ambientalmente mais agressivas de produção de energia.
Rasca explicou aos participantes que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Paraná aprovou, no dia 6 de maio, o projeto de lei nº 373/2013, que prevê uma moratória de cinco anos na exploração do gás de xisto no Paraná pelo processo de fraturamento hidráulico, como também é conhecido o fracking. “Esta foi uma primeira vitória. Mas ela só será verdadeira se aprovarmos a lei no Plenário da Assembleia. E isso só acontecerá se houver pressão da sociedade. Se as galerias estiverem cheias e os deputados sentirem que esta é uma pauta e causa da sociedade paranaense, que não aceita o uso do fracking no Paraná”, declarou Rasca.
O deputado reafirmou que o fracking é um método polêmico e que não tem seus impactos devidamente estudados. Também que já foi proibido em diversos países e é apontado como responsável por causar danos ambientais irreversíveis. “Não podemos negligenciar as consequências sociais, econômicas e ambientais deste tipo de processo de extração que precisa ser mais bem estudado.”
O deputado participou de um evento promovido pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), por meio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias (CAOP) de Proteção ao Meio Ambiente, que teve o apoio de entidades ambientalistas e de movimentos sociais, com objetivo de discutir os riscos decorrentes do uso da tecnologia do fracking, que é considerada uma das formas ambientalmente mais agressivas de produção de energia.
Rasca explicou aos participantes que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Paraná aprovou, no dia 6 de maio, o projeto de lei nº 373/2013, que prevê uma moratória de cinco anos na exploração do gás de xisto no Paraná pelo processo de fraturamento hidráulico, como também é conhecido o fracking. “Esta foi uma primeira vitória. Mas ela só será verdadeira se aprovarmos a lei no Plenário da Assembleia. E isso só acontecerá se houver pressão da sociedade. Se as galerias estiverem cheias e os deputados sentirem que esta é uma pauta e causa da sociedade paranaense, que não aceita o uso do fracking no Paraná”, declarou Rasca.
O deputado reafirmou que o fracking é um método polêmico e que não tem seus impactos devidamente estudados. Também que já foi proibido em diversos países e é apontado como responsável por causar danos ambientais irreversíveis. “Não podemos negligenciar as consequências sociais, econômicas e ambientais deste tipo de processo de extração que precisa ser mais bem estudado.”
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