RÁDIOS

Confira o resumo dos debates legislativos, entrevistas com deputados e análises políticas em formato de áudio.

23/08/2019 17:25

Ministro Marcos Pontes recebe homenagem da Assembleia Legislativa

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações do Governo Federal, Marcos Pontes, é o novo cidadão honorário do estado do Paraná. A honraria, concedida pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), foi entregue nesta sexta-feira (23) durante um evento promovido pela Comissão de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da Casa, presidida pelo deputado Emerson Bacil (PSL), que concedeu o título ao homenageado.SONORAO ministro Marcos Pontes destacou a alegria de receber tal honraria do estado do Paraná.SONORAA reunião promovida pela Comissão de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior também serviu para que o ministro Marcos Pontes tomasse conhecimento das principais ações e políticas públicas voltadas para a ciência e inovação no Paraná. De acordo com o deputado Emerson Bacil, a reunião mostrou ao ministro o tamanho e importância do setor de tecnologia e inovação paranaense.Participaram do encontro representantes da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet - Regional Paraná; da Superintendência de Inovação da Casa Civil do Paraná; da Superintendência Geral da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná; da Agência Curitiba de Desenvolvimento; da Celepar; do BRDE; da Fomento Paraná; reitores das Universidades estaduais; além de representantes de empresas startups paranaenses que cresceram e ganharam destaque no mercado nacional e internacional de tecnologia.

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23/08/2019 17:20

Especialistas do Direito participam de celebração aos 13 anos da Lei Maria da Penha

Os 13 anos de aprovação da Lei Federal número 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha foram celebrados no Plenário da    Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) na manhã desta sexta-feira (23), com uma sessão solene. A iniciativa foi do presidente da Casa, deputado Ademar Traiano (PSDB), por meio da Escola do Legislativo, em parceria com a Procuradoria Especial da Mulher da Alep e da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Para Traiano, o Poder Legislativo estadual tem se empenhado na aprovação de medidas de proteção e de prevenção da violência contra a mulher.  (Sonora)O 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PSB), lembra que, com a legislação em vigor no Paraná, o estado tem instrumentos para prevenir e combater esse tipo de violência, apesar dos números serem considerados alarmantes. Mas ele explica que isso acontece justamente por causa do monitoramento.(Sonora)Participaram do evento como palestrantes,  a desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-PR), Lenice Bodstein, que abordou o “Panorama sócio-jurídico dos direitos das mulheres e a atuação da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cevid)”; o desembargador Mario Luiz Ramidoff, com o tema “Stalking e violência contra as mulheres”; e a conselheira do Conselho Nacional de Justiça, Maria Tereza Uille Gomes, que falou sobre a “Agenda 2030 no Poder Judiciário”.Maria Tereza Uille Gomes diz que a Lei Maria da Penha é o símbolo de prevenção e repressão a atos de violência contra a mulher, mas ressalta que é preciso sempre fazer uma reflexão, uma análise histórica dos avanços obtidos até agora e para o futuro, pensando de que forma a integração de dados entre Poder Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública podem qualificar a informação e contribuir para a prevenção em relação a esses atos. Neste momento, de acordo com a conselheira do CNJ, a Alep faz parte disso com a criação da Procuradoria Especial.(Sonora) A desembargadora Lenice Bodstein explicou que o trabalho da Coordenadoria de Violência Doméstica no TJ/PR, subordinada ao Conselho Nacional de Justiça, tem como prioridade o enfrentamento da violência. Mas que, apesar de os processos estarem caminhado no prazo, são 392 aguardando o júri pelo crime de feminicídio.  A atuação, segundo Lenice, se dá em duas frentes: a jurisdicionalização, que significa acelerar os processos para que não prescrevam; e a segunda frente visa enfrentar o problema em rede de apoio, porque o tribunal não tem obrigação legal pela Lei Maria da Penha, mas sim, de unir esforços aos poderes Executivo e Legislativo. Por isso, a importância da união proposta pela Assembleia com a sessão solene.(Sonora)O desembargador Mario Luiz Ramidoff, explicou o significado do termo    “Stalking”. Um ato obsessivo, que fica no limite do Direito e da Psicanálise onde as principais vítimas são as mulheres.  Mas que apesar de ser uma questão psicológica, há uma decisão da justiça italiana que condenou um réu definindo o ato como perseguição. Ele avalia que a legislação brasileira precisa avançar também nesse sentido.(Sonora)   No período da tarde, a Alep continuou os eventos em celebração à data com a realização de um painel de debates no qual o tema Violência contra a mulher voltou a ser abordado no painel de debates sobre o “Empoderamento Feminino x Violência contra Mulher”. Participaram advogados e psicólogosNesta semana a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) realizou uma sessão exclusiva para analisar propostas que tratam da proteção à mulher.

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20/08/2019 15:05

Audiência debate gargalos e aponta soluções contra os maus tratos aos animais

A importância do combate aos maus tratos aos animais domésticos e silvestres em todas as vertentes esteve no centro do debate na audiência pública “Políticas Públicas de Proteção aos Animais”, realizada na manhã desta terça-feira (20), no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). A iniciativa foi dos deputados Goua (PDT) e Alexandre Amaro (PSL), presidente e integrante na Casa da Comissão de Ecologia, Meio Ambiente e Proteção aos Animais. Eles convidaram especialistas ligados ao tema para expor as principais demandas. Entre elas, o combate aos crimes ambientais, a adoção responsável, investimentos e o aumento na fiscalização. Os parlamentares ouviram sugestões dos palestrantes para transformá-las em projetos e políticas públicas, conforme adiantou Goura.(Sonora)  O Juiz federal, doutor em Direito Processual e especialista em Direito Animal, Vicente de Paula Ataíde Júnior, citou a importância da aprovação do projeto de lei na Câmara e no Senado Federal, que abrange todos os animais, de forma universal, tanto silvestres como domésticos, que diz: “Os animais são qualificados como sujeitos de direitos. Com isso, terão o direito de ser defendidos como tal. Não podem mais ser tratados como “coisas””. A justificativa da proposta é que os animais são portadores de senciência, capacidade dos seres de ter sensações e sentimentos de forma consciente. Em outras palavras: é a capacidade de ter percepções conscientes do que lhes acontece e do que os rodeia. Isso proporcionou a sua inclusão na Constituição brasileira, que proíbe qualquer tipo de crueldade contra animais.  Portanto, esse não é um crime ambiental, mas contra a dignidade animal. Ele sugeriu a criação no Paraná de um Código de Direito Animal. Ideias que, segundo o deputado Alexandre Amaro, servirão para estreitar o debate e se tornarem ações.(Sonora)Os palestrantes Rita de Cássia Maria Garcia e Rogério Ribas Lange,  professores do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR),  o analista ambiental do ICMBio,  Caio Pamplona, e a diretora de Políticas Ambientais da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Fabiana Campos, trouxeram temas como a necessidade da criação de equipes intersetoriais, banco de dados, mapeamento de animais,  territorialização dos maus tratos; criação de uma grande rede de atenção animal;  criação de  Centros de Atendimentos a Animais Silvestres; inclusão da área de proteção no orçamento, com apresentação de emendas parlamentares;  mais estratégias para combater a caça ilegal e o tráfico de animais silvestres, que atualmente  têm sido a utilização das redes sociais; revisão da legislação e educação ambiental nas escolas; criação de unidades de conservação no estado; campanhas educativas sobre a castração;  treinamento de técnicos que serão  capacitados  para que  identifiquem  o que é caracterizado como maus tratos; além do trabalho em  parceria com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, que já possui um canal de denúncias por meio do 181, sendo ampliado, com uma aba dentro do serviço, exclusiva para proteção animal.Eles também apontaram os principais problemas que levam à reincidência na prática de maus tratos: punições brandas; poucos recursos financeiros; e falta de uma estrutura para receber os animais. O Paraná conta hoje com 120 organizações de proteção animal, que atuam muitas vezes onde o poder público não está.  100 entidades de proteção animal estão nos municípios do interior. 55 estão cadastradas para receber recursos do programa Nota Paraná.O presidente da Associação Nacional dos Clínicos Veterinários do Paraná, Adolfo Sasaki, diz que o debate é sempre bem-vindo, mas avalia que as ações precisam ser práticas, imediatas e em conjunto entre Poder Público e sociedade.(Sonora)

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19/08/2019 18:11

Escolas deverão contar com profissionais qualificados para atender alunos autistas

Imagine um acompanhamento adequado para alunos autistas nas escolas públicas do Paraná?  Pois isso pode se tornar realidade a partir da sanção de um projeto de lei que acaba de ser aprovado em redação final na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). A aprovação foi durante a sessão plenária desta segunda-feira (19), junto com outros cinco projetos e a manutenção de dois vetos do Poder Executivo.  A proposta é do deputado Professor Lemos (PT) e prevê a qualificação de professores, equipe pedagógicas e funcionários de escolas para que possam dar toda a assistência para os alunos autistas e os que forem diagnosticados com o Transtorno do Espectro Autista (TEA).  Também foi anexada ao projeto a proposta do deputado Márcio Pacheco (PDT), que prevê a implantação de Centros Avançados de Estudo e Capacitação de Educadores que serão especializados no atendimento aos alunos com esta condição. De acordo com Professor Lemos, esses alunos precisam de um atendimento diferenciado para que possam acompanhar os colegas no aprendizado.(Sonora)Pelo projeto, ficará sob a responsabilidade da Secretaria Estadual de Educação (SEED) a criação dos centros de preparo, formação e acompanhamento, bem como a qualificação dos profissionais.

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19/08/2019 18:09

Grande expediente antecipa audiência pública sobre comércio de animais

Por iniciativa do deputado Luiz Fernando Guerra (PSL), e para antecipar  o debate em torno do projeto de lei de sua autoria, que pretende coibir  o comércio físico ou digital de cães e gatos de estimação por pet shops, clínicas veterinárias e estabelecimentos comerciais similares, restringindo esse tipo de comércio aos criadouros devidamente registrados junto aos órgãos ambientais e por eles fiscalizados, o  Grande Expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) desta segunda-feira (19), foi dedicado a discutir e buscar formas de combater os maus tratos aos  animais.  O delegado titular da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, Matheus Laiola, foi o convidado.  Ele falou sobre o trabalho que é feito pela delegacia nesse combate.  Apresentou números relacionados a prisões e apreensões de 2019.  Disse que, de janeiro até agora, 101 pessoas foram presas no estado por crimes ambientais. Um aumento de 2000% em relação ao mesmo período do ano passado. Ele também ressaltou que a delegacia apreendeu, somente neste ano, mais de 500 animais, entre domésticos e silvestres.  Ao ser questionado sobre o projeto de lei apresentado por Guerra na Casa de leis, Matheus Laiola diz que é favorável a toda medida que vise a proteção animal. (Sonora)Após ouvir os relatos do delegado, de que surgem por dia cerca de 30 denúncias e que 80% delas se referem a maus tratos, o deputado Luiz Fernando Guerra reforçou a necessidade da Assembleia dar a sua contribuição nesse trabalho.(sonora)A audiência pública que trata do tema, acontece no dia 3 de setembro, no Plenarinho e deve contar com a presença de donos de clínicas e de pet shops, ONGs protetoras de animais e especialistas na causa animal.  

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14/08/2019 17:08

Hospitais e clínicas do Paraná poderão ser obrigados a emitir atestados e receitas digitais

 Entre as propostas da Ordem do Dia da Sessão Plenária desta quarta-feira (14) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), os deputados aprovaram, em primeira discussão, o projeto que obriga os estabelecimentos de saúde públicos e privados do estado, a adotar o atestado médico digital e a receita médica digital. Ele é de autoria dos deputados Anibelli Neto (MDB), Delegado Recalcatti (PSD) e do ex-deputado Claudio Palozzi.  Segundo Anibelli Neto, o objetivo é dar segurança às empresas, aos pacientes e às autoridades evitando fraudes.(Sonora)A proposta é resultado do trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Indústria do Atestado Médico, que aconteceu na Casa entre os anos de 2017 e 2018, e foi presidida por Anibelli Neto e teve como relator Delegado Recalcatti.  Estados como São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal já possuem legislações que tratam do tema.O projeto em debate na Alep prevê que o atestado digital seja encaminhado, pela internet, diretamente do consultório médico ou hospital para o departamento de Recursos Humanos das empresas, contando com a assinatura digital e um código de autenticação.  Mesma medida que deverá ser usada na emissão de receitas médicas, evitando qualquer tipo de irregularidade.  O projeto ainda prevê que a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) ficará responsável pelo desenvolvimento e implantação do sistema para que os profissionais de saúde e a população possam acessar o programa. Anibelli Neto diz que a nova lei, caso aprovada, terá um prazo de dois anos para entrar em vigor para que todos possam se adaptar à nova modalidade de emissão dos atestados e receitas médicas.(Sonora)

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13/08/2019 14:14

Mais de 700 jovens no Plenário para mais uma edição do “Assembleia no Enem”

Eles vieram de colégios estaduais do Centro de Curitiba, dos bairros Xaxim, Água Verde, Capão Raso e até da cidade de Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba e ocuparam cadeiras dos deputados, galerias, tribunas de honra. Mais de 700 estudantes preencheram todos os espaços do Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) na manhã desta terça-feira (13).    Tudo para assistir ao aulão preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio de 2019.  O aulão é uma das etapas do projeto “Assembleia no Enem”, desenvolvido pela Diretoria de Comunicação da Alep, que inclui também 500 vídeoaulas que são transmitidas pela TV Assembleia e que estão disponíveis no canal do Youtube do Poder Legislativo. Também estão disponíveis, nas redes sociais da Assembleia, conteúdos inéditos e dicas importantes dadas pelo coordenador da ONG Instituto Educacional Eureka, parceira no projeto, o professor Marlus Geronasso.   Everson Martins Júnior e Victor de Souza, que marcaram presença no aulão, ministrado este ano por 27 professores do Eureka, não conheciam a Assembleia Legislativa.   Vindos do colégio da Polícia Militar, os estudantes do terceiro ano do ensino médio têm 17 anos e ambos já sabem o que querem do futuro. Serão bombeiros.  E os preparativos para isso incluem muito estudo.(sonora)Eles integraram o maior grupo entre os 700 estudantes que participaram da 4ª edição do projeto. E, segundo o capitão George Dal ‘Apria, subcomandante do Colégio da Polícia Militar, chefe da Divisão de Ensino e comandante do Corpo de Alunos da instituição, vieram de forma voluntária, o que significa que queriam mesmo estar no aulão.(Sonora)   Desde 2016, quando o projeto começou, passaram pelo Plenário da Assembleia Legislativa mais de 2500 estudantes. Na primeira edição, foram 1200 alunos, um acontecimento inédito no Brasil, como lembrou o professor Marlus, no início do aulão.(Sonora)Os deputados Professor Lemos (PT), Delegado Recalcatti (PSD), o presidente e 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputados Ademar Traiano (PSDB) e o primeiro secretário Luiz Cláudio Romanelli (PSB), passaram pelo Plenário e deixaram recados motivadores aos estudantes.(Sonora)Também teve redação e os alunos receberam dicas de como elaborar e abordar o tema proposto. Em 2016 aconteceu o primeiro concurso de redação para alunos da rede pública estadual de ensino. Na época, participaram cerca de 50 mil alunos de 14 a 19 anos, matriculados nas 132 escolas estaduais de Curitiba. Nos anos seguintes, o projeto foi sendo ampliado com a gravação de novas aulas e programas, a promoção de novos aulões e a elaboração de cartilhas de exercícios com questões específicas. Em 2018, foi a primeira vez que o aulão foi transmitido ao vivo pelo Facebook e pela TV Assembleia, com acompanhamento simultâneo em diversos colégios, por telões.São oportunidades para os estudantes tirarem dúvidas, reforçarem os conteúdos aprendidos em sala de aula e, principalmente, conhecerem o método utilizado no exame nacional. E o capitão Dal ‘Apria acredita que vá muito além: para ele, uma forma de cidadania para os jovens.(Sonora)No Portal da Alep na internet, os alunos têm acesso a apostilas com diversos exercícios de provas anteriores do ENEM, inclusive a de 2017. É só acessar o site do programa “Assembleia no Enem”:  www.assembleia.pr.leg.br/assembleia_no_enem.

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12/08/2019 18:43

Damares Alves recebe título de Cidadã Benemérita do Paraná

((Áudio dela) “Tenho recebido muitas homenagens, mas receber um título no meu estado, vindo da Assembleia Legislativa, devo dizer que é muito mais importante e atribuo essa homenagem ao trabalho que tenho feito à frente do Ministério”. Foi com essas palavras que a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Regina Alves, agradeceu o título de Cidadã Benemérita do Paraná, que recebeu na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), nesta segunda-feira (12).  A proposta da homenagem foi do deputado Delegado Francischini (PSL). Segundo a ministra, O Brasil é uma nova nação. É o país da inclusão.  Damares Alves, que é de Paranaguá, no litoral do estado, se mudou bem cedo para o Nordeste, mas disse, ao longo da cerimônia no Plenário da Assembleia Legislativa, que “O Paraná é o melhor estado do Brasil”. A homenageada é formada em Direito e Pedagogia. Nas décadas de 1980 e 1990, teve atuação relevante na proteção de crianças em situação de rua e na defesa das mulheres de pescadores e trabalhadoras do campo. Em 1999, passou à função de assessora parlamentar na Câmara dos Deputados onde realizou trabalhos de combate à pedofilia, de proteção à infância e em favor das crianças com deficiência vítimas do infanticídio indígena. Afirmou que atuar  em direitos humanos significa proteger crianças, idosos e adolescentes.(sonora)Enquanto milhões de crianças e milhões de mulheres são vítimas de pedofilia hoje no Brasil, como eu sofri no passado, as pessoas brincam com a minha fé. Mas o que eu pretendo é “tirar crianças do pé de goiaba”, uma alusão aos 30 casos/dia de crianças assassinadas no país e em referência à experiência espiritual que alega ter vivenciado. “Chamem como quiser. Eu chamo de fé “, disse. O presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSDB), destacou que é uma honra para o Paraná e para a Casa de leis entregar o título de Cidadã Benemérita a Damares Alves.(sonora)Delegado Francischini agradeceu pelo trabalho de duas décadas que Damares realizou em prol de mulheres e crianças em situação de vulnerabilidade social e pela atuação da ministra nas ações em benefício do estado do Paraná.(Sonora)Além dos deputados estaduais, e outras autoridades e pessoas da sociedade civil e entidades de classe,  prestigiaram a sessão solene de entrega do Título de Cidadania Benemérita a Damares Alves, o desembargador Luiz César Ncolau, que representou o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná,  Adalberto Jorge Xisto Pereira;  Petrúcia de Melo Andrade, secretária Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente; Sandra Terena, secretária nacional de Políticas de promoção da Igualdade Racial; Carlise Kwiatkowski, presidente do Provopar Estadual;  desembargador , Antônio Costa, secretário nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, Fernando César Ferreira Pereira, ouvidor nacional de Direitos Humanos e os deputados federais Felipe Barros (PSL/PR), Felipe Francischini (PSL/PR), Diego Garcia (PODE/PR) e Aline Sleutjes (PSL/PR).

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07/08/2019 16:36

Violência obstétrica atinge uma a cada quatro mulheres no Brasil

Uma em cada quatro mulheres no Brasil sofre antes, durante e depois do parto. E ela pode ocorrer de forma verbal, física, psicológica e até sexual. O nome disso é violência obstétrica. Foi para tratar dela e apontar soluções que o deputado Goura (PDT), promoveu, na manhã desta quarta-feira (7) no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), a audiência pública “Violência Obstétrica e Direitos da Gestante”. Além de defender mais partos domiciliares como política pública, o parlamentar diz que vai trabalhar para regulamentar uma legislação aprovada na Casa de leis ano passado e sancionada pelo Governo, a lei de número 19.701/2018, que prevê sanções para o caso de comprovação de violência obstétrica. Ele ainda pretende criar propostas   que tornariam obrigatória a presença de enfermeiras obstétricas e doulas nos partos feitos pelo SUS no estado. Com isso, tornando o parto mais humanizado.(Sonora)Participaram da audiência, além dos deputados Arilson Chiorato (PT) e Luciana Rafagnin (PT), e das as vereadoras de Curitiba, Maria Leticia Fagundes (PV), que é  médica ginecologista, e a professora Josete (PT),    Carolina Bolfe Poliqusei, coordenadora da Mulher e também enfermeira obstétrica da Secretaria estadual da Saúde (SESA); Mariana Silvino Paris, Pesquisadora na Clínica de Direitos Humanos da UFPR e Especialista em Políticas Públicas e Justiça de Gênero;  Alaerte Leandro Martins, da  Rede de Mulheres Negras do Paraná, que também é enfermeira obstétrica aposentada e atualmente conselheira estadual dos direitos da mulher;  Carla Batiuk – médica ginecologista; Marcelexandra Rabelo, enfermeira obstétrica e mestre  em enfermagem que preside  a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras do Paraná (ABENFO-PR);  Patricia Teixeira, presidente e uma das  fundadoras da Associação de Doulas de Curitiba e Região Metropolitana (ADOUC); Jan Pawel Andrade Pachnicki, conselheiro do Conselho Regional de Medicina e Presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Paraná e a defensora pública Eliana Lopes, que coordena o Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública do  Paraná (NUDEM).  Ao longo do debate, os especialistas criticaram, por exemplo, práticas como a baixa analgesia, a opção por cesáreas em vez do parto natural; a ausência de uma equipe multidisciplinar para atender às gestantes e parturientes; um plano de parto e a baixa qualidade no pré-natal; o que acaba acarretando em óbitos maternos, lembrando que aproximadamente 95% são evitáveis, apenas com o cuidado com as pacientes antes e depois do parto. Todos concordaram que com a divulgação desses direitos, a situação pode melhorar e que não é possível admitir que um momento que seria feliz se torne traumático: não é dor do parto, mas a dor de ter os direitos e a dignidade violados. Foi assim com Luana Moreira Vieira, 28 anos, estudante de Pedagogia, mãe de duas filhas, que contou, emocionada, um pouco da experiência traumática.(Sonora)O problema é que poucos casos chegam ao conhecimento dos órgãos competentes, como afirma a defensora pública, Eliana Lopes. Para ela, a audiência pública é importante para dar visibilidade ao tema, já que as mulheres não possuem informação dos direitos que têm, inclusive de escolher local, forma e até procedimentos adotados no momento do parto.(Sonora)

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06/08/2019 17:40

Construtoras podem ser obrigadas a apresentar “currículo” na hora da venda

Quem não quer adquirir a casa própria?  Na maioria dos casos, só é possível comprar quando o imóvel está na planta, já que há muitas facilidades até mesmo para financiamentos. Sem estar com o “nome limpo”, é quase impossível ter o crédito aprovado pelos bancos e construtoras. Porém, nem sempre é possível encontrar informações de referência confiáveis sobre a construtora que está vendendo o imóvel no mercado. Como se trata de um alto investimento, um projeto do deputado Requião Filho (MDB) que passou em primeira discussão na sessão plenária desta terça-feira (6) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), pretende garantir ao consumidor o direito de ter acesso a dados completos sobre todos os empreendimentos imobiliários que envolvem o nome do fornecedor. Ele explica que assim o consumidor terá condições para avaliar a solidez da incorporadora com a qual ele está fechando negócio.(Sonora) A proposta foi uma das seis em debate na sessão. Também passou, mas em segunda discussão, o projeto da deputada Cantora Mara Lima (PSC), que institui no Paraná a Campanha Estadual de Prevenção ao Desaparecimento de Crianças. Pela proposta, a campanha acontecerá todos os anos entre os dias 25 e 31 de março com a realização de ações educativas e de conscientização destinadas a pais e familiares com recomendações que possam impedir e dificultar possíveis desaparecimentos.

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05/08/2019 18:24

Atividades na Assembleia abrem ações do Agosto Azul

No começo da tarde desta segunda-feira (5) funcionários da Secretaria Estadual da Saúde (SESA), ocuparam o Espaço Cultural da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) para fazer testes rápidos capazes de detectar Hepatites C e D, Sífilis e HIV. Adriano Barcik, funcionário do gabinete do deputado Michele Caputo (PSDB) aproveitou para coletar amostras de sangue e saber o resultado em apenas 20 minutos. Ele gostou de ter essa oportunidade, porque confessa, não é adepto da prevenção.(Sonora)Os testes rápidos em servidores e visitantes abriram as ações do Agosto Azul na Casa de leis, juntamente com uma exposição de cartazes sobre o tema, que em 2019 é “Homem, respeite a sua saúde e viva melhor”. O Agosto Azul, mês de conscientização sobre a saúde do homem, foi criado no Paraná há oito anos por meio de uma lei proposta pela deputada Cantora Mara Lima (PSC). Ela participou do evento de abertura e diz que esse período voltado para a prevenção tem contribuído, ao longo dos anos, para a conscientização dos homens.(sonora)Francisco dos Santos, responsável pelos exames no Espaço Cultural que passou a tarde fazendo a coleta nos servidores e visitantes explica que o teste rápido é eficaz e indolor. E lembrou que todos devem procurar os serviços de saúde para fazer o teste, mas que o foco na Alep eram os homens.(sonora)Em seguida, o presidente do Conselho Regional de Medicina do Paraná, Roberto Issamu Yosida falou no Plenário da Casa, no Grande Expediente, sobre a importância do Agosto Azul. Para ele, períodos como este contribuem para incentivar, não apenas os homens, mas toda a família a buscarem a prevenção.(Sonora) Ele deu números alarmantes durante a fala. Por exemplo, que, por hora, surgem sete novos casos de câncer de próstata no Brasil. E que, segundo um levantamento do departamento de Saúde do Homem da SESA, de cada dez mortes por doenças da circulação, seis são de homens. E que na faixa etária entre 20 e 59 anos a mortalidade masculina é o dobro da feminina.Entre as ações que acontecerão neste ano no estado, estão previstas atividades em todos os municípios do Paraná promovidas pela Secretaria da Saúde, como palestras, seminários e testes rápidos. O objetivo da campanha é fazer com que os homens procurem atendimento médico e verifiquem sua condição de saúde com mais frequência, antes que doenças se manifestem de forma mais grave. Exames simples como testes para diabetes, hipertensão, HIV e hepatite estão disponíveis na rede pública de saúde e podem identificar doenças ainda em estágios iniciais.

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26/07/2019 17:30

Bons debates, PEC polêmica são destaques no fim da 4ª edição do Parlamento Universitário

Aos 26 dias do mês de julho de 2019, foi encerrada a 4ª legislatura do Parlamento Universitário edição 2019.  O último dia de votações em plenário foi de muitos discursos, novos embates, aplausos. Mas também foi hora de se emocionar e de agradecer à equipe que auxiliou aos deputados ao longo de nove dias do projeto, em função da experiência adquirida, vivenciando a rotina dos parlamentares, como lembraram Luiz Henrique, Guilherme e Eduarda. (Sonora)Willian da Rocha, que foi derrotado na disputa para a presidência da Casa de Leis universitária, acabou líder da oposição. Articulou, atuou nos bastidores e conseguiu um feito, como conta....(Sonora)Willian, assim como os 54 deputados e 21 suplentes-universitários, vindos de 12 instituições de ensino do interior e da capital, viveram na pele como é ser um deputado estadual: participaram de todo o processo legislativo na quarta edição do projeto.  Eleição da Mesa-universitária, eleição indireta para governador-universitário, apresentação de projetos e análise nas comissões; formação de blocos, de lideranças... Defesa das propostas, alianças... Uma imersão dentro do Legislativo estadual.  Se valeu a pena? Para responder, aquele que conduziu o Parlamento-universitário ocupando o mais alto posto do Poder Legislativo, o presidente Leon Castellano.(Sonora)Projeto idealizado pela Escola do Legislativo, na primeira edição, em 2016, o Parlamento Universitário trouxe para dentro da Assembleia somente alunos do curso de Direito. Nas edições seguintes, acadêmicos de outros cursos puderam participar. E teve gente que já esteve sentada na cadeira de deputado em anos anteriores que acabou voltando, mas como voluntária. Caso de Milena Motta, da Unibrasil. Ela diz que a bagagem que adquiriu desta vez foi tão importante quanto a de 2017, quando esteve deputada-universitária.(sonora)Os deputados-universitários conseguiram aprovar uma pauta com quase 40 proposições.  Para o diretor da Escola do Legislativo, Dylliardi Alessi, que coordenou e orientou o trabalho dos estudantes, as propostas, muitas vezes, polêmicas, acabaram contribuindo para os embates em plenário e nas comissões.(Sonora)Dylliardi elogia ainda o nível dessas propostas e o desempenho dos parlamentares-universitários.(Sonora)

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25/07/2019 16:39

Deputadas-universitárias “empoderadas” se destacam durante Parlamento Universitário

Pelo menos 20 dos 54 deputados-universitários titulares nesta 4ª edição do Parlamento Universitário são deputadas-universitárias. Bem diferente da atual composição do Legislativo real, que conta com cinco deputadas. E, assim como nas edições anteriores do projeto, elas não vieram para ser coadjuvantes. Bem ao contrário. Que o diga a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) universitária, Larissa Vargas. Ela se destacou na forma como conduziu os debates e votações dos mais de 70 projetos de lei da Comissão mais importante da Casa de Leis. Foram dois dias de trabalho intenso, num total de dez horas em que Larissa, do segundo ano do curso de Direito da Universidade Positivo, precisou estar atenta a cada detalhe. Ela conta que a experiência serviu para provar que é possível as mulheres assumirem papel de protagonistas na política.(Sonora)Da Unibrasil, um grupo de alunas do curso de Direito trouxe um projeto de lei para a discussão em Plenário que pode ser considerado um desafio. Ele prevê, segundo uma das autoras, Brennda Bryksaag, uma mudança no Regimento Interno da Alep, que obrigaria a Mesa Executiva a contar, em sua composição, com um percentual mínimo de representantes do sexo feminino.(Sonora)Desde o início dos trabalhos dessa edição do Parlamento Universitário, na semana passada, as mulheres participaram de todo o processo. Nas lideranças de bancadas, blocos, e presidindo ou integrando as Comissões temáticas.  Sthephany Patrício, ficou satisfeita com a diferença que fez a presença feminina durante as discussões.(Sonora)  Diante dessa participação das mulheres no projeto, em busca do direito de poderem participar de debates públicos e tomar decisões que sejam importantes para o futuro da sociedade e garantindo a luta pela total igualdade entre os gêneros, não seria exagero admitir que estamos falando aqui de empoderamento feminino. Exemplo de mulher “empoderada”, Fernanda Fiori Barvick, resume a experiência.(Sonora)Outro exemplo é uma aluna de Teologia da UFPR assumindo posição de destaque no meio de universitários de Direito e áreas afins.  Ela é Eva Gislane Barbosa, que afirma estar vivendo uma experiência “produtiva”.  Afinal, as mulheres “estão em casa”. Gostam e sabem “parlar”, dialogar, tolerar...(sonora)O Parlamento Universitário é um projeto da Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e traz para dentro da Casa de Leis, todos os anos, desde 2016, universitários para ocuparem, por dez dias o lugar dos deputados, onde vivenciam toda a rotina de um parlamentar na prática. Este ano, alunos de 12 instituições de ensino superior do interior e da capital estão participando.

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24/07/2019 18:20

Comissões, discursos, debates, votações.... O Parlamento Universitário continua....

Depois de dois dias debatendo, emitindo pareceres e votando os projetos de lei na Comissão  de Constituição e Justiça (CCJ), a manhã desta quarta-feira (24) dos deputados-universitários foi de mais trabalho, desta vez nas  Comissões temáticas. Das 76 propostas apresentadas, 38 passaram pelo crivo da Comissão de Constituição e Justiça e avançaram por Comissões como a de Saúde, Educação, Defesa do Consumidor, entre outras. Autores e relatores precisaram convencer os membros para que as propostas continuassem a tramitar. Uma experiência e tanto para Lúcia Braga, que é estudante de economia e fez parte da Comissão de Finanças e Orçamento Público.(Sonora)Na Comissão de Educação, a  Proposta de Emenda à Constituição (PEC), apresentada pelo Executivo-universitário, que autoriza o Governo do Estado a cobrar uma mensalidade que varia entre 3% e 8% da renda bruta familiar dos alunos que estudam nas universidades públicas paranaenses, a relatora, Beatriz Brelaz, aluna da faculdade Estácio, estudou a matéria com profundidade e emitiu parecer favorável.(Sobe sim)E não faltaram os bate bocas.  Um deles aconteceu na Comissão de Segurança...(Sobe som))Durante a tarde, as discussões e votações dos projetos de lei foram em plenário, como parte da simulação do dia a dia de um deputado estadual.  Nesta edição do projeto, os estudantes de 12 instituições de ensino da capital e do interior estão participando.  Os deputados Delegado Recalcati (PSD), Tercílio Turini (PPS), Hussein Bakri (PSD), Galo (PODE) e Tião Medeiros (PTB), passaram por lá. Conversaram com os universitários e responderam a questionamentos. Para Tião Medeiros, que tomou contato com a política, atuando como servidor na Alep, o projeto é o primeiro passo para a formação de novas lideranças políticas no estado.(Sonora)Acompanhando tudo para publicar no Blog que mantém com um grupo de amigos, e para compartilhar com os colegas da Uninter, estava a estudante de jornalismo, Milena Batisti Fernandes. Um grupo de acadêmicos de Comunicação também participa da simulação. Milena conta que se impressionou com a estrutura da Assembleia Legislativa.(Sonora) A experiência para a estudante do primeiro período de Direito, Júlia Quintana, neta do ex-deputado Caíto Quintana, está sendo enriquecedora, já que ela quer seguir carreira política.(sonora)O que chamou a atenção de Anderson Vera, que começou o Parlamento como suplente e assumiu como titular  nesta quarta,  foram  as limitações que os deputados reais têm ao apresentar um projeto. Ele acha que, antes de criticar os políticos, a população deveria entender como eles atuam.(Sonora)Na primeira sessão plenária, foram votados 22 projetos. Alguns apreciados em blocos.  Nesta quinta-feira (25) e sexta (26), mais propostas estarão em debate. Muitas inclusive, viáveis. O que significa que um deputado estadual pode até apresentar a proposta e ela se tornar lei.

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22/07/2019 16:30

Parlamento Universitário inicia semana de trabalho com reunião da CCJ

O Parlamento Universitário da Assembleia Legislativa do Paraná começou a semana com muito trabalho para os estudantes das 12 instituições de ensino superior que participam do projeto. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Parlamento Universitário 2019 se reuniu pela primeira vez nesta segunda-feira (22) e deu início à análise de mais de 70 projetos de iniciativa dos acadêmicos. Durante a reunião os estudantes discutiram aspectos relacionados à constitucionalidade e legalidade das proposições. Os trabalhos foram conduzidos pela deputada-universitária, Larissa Vargas, do curso de Direito da Universidade Positivo, sob orientação do diretor Legislativo e da Escola do Legislativo Dylliardi Alessi. Larissa destacou que os universitários trouxeram importantes assuntos.(Sonora)Durante os dias do Parlamento, os universitários se transformam em deputados estaduais e vivenciam todas as etapas do processo legislativo e atuar nas Comissões faz parte dessa experiência.  Uma simulação real do que é o dia a dia do Poder Legislativo. O universitário Rubens Neto comentou sobre a experiência da proposição de leis.(Sonora) A segunda-feira também foi dia de oficina de "expressão" com a atriz, cantora e professora Micheli Pucci. O objetivo? Promover um trabalho corporal e vocal para desenvolvimento da oratória aos integrantes do Parlamento Universitário. Até 26 de julho, os estudantes de 12 instituições de ensino superior vão passar por diversas etapas do trabalho dos parlamentares para aprender um pouco mais sobre a função. O Parlamento Universitário é organizado pela Escola do Legislativo da Assembleia e está na quarta edição.

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19/07/2019 18:14

Segundo dia de Parlamento Universitário foi de formação das Comissões temáticas

O segundo dia do Parlamento Universitário na Assembleia Legislativa do Paraná foi de muito trabalho para os estudantes das 12 instituições de ensino superior que participam do projeto. Eles formaram as Comissões temáticas que farão as análises das propostas apresentadas por eles, como as Comissões de Constituição e Justiça (CCJ), de Educação e de Saúde. A sexta-feira (19) também foi reservada para uma visita ao Palácio Iguaçu, onde o governador-universitário, presidente da Alep-universitário e líder do Governo-universitário foram recebidos pelo secretário-chefe da Casa Civil do Governo Ratinho Júnior (PSD), Guto Silva. William CostaGrande, líder do Governo, aproveitou para pedir dicas de como conduzir e conseguir maioria para a aprovação de projetos que deverão tramitar ao longo da simulação do parlamento Universitário.(sonora)Enquanto isso, pelos corredores da Assembleia Legislativa, grupos se formavam para a indicação de membros para as Comissões. Os projetos de lei elaborados nessa quarta edição do Parlamento Universitário devem passar por elas, como acontece no dia a dia da Casa de leis. E desta vez, são cerca de 80 propostas, a maior parte, em condição de ir a Plenário, como avalia o diretor de Assistência ao Plenário, Juarez Vilela.(Sonora)Na Comissão de Saúde, por exemplo, a escolha foi por uma parlamentar-universitária que é da área: Catarina Fracazo é acadêmica de Farmácia na UEL.  Ela se sente preparada para a função, porque conhece de Saúde Pública, já que é tema de uma das disciplinas do curso.(sonora)Fernanda de Carvalho, da PUC, ficou com a Comissão de Educação. Militante na causa, ela diz que tem muito a contribuir até para aprimorar os projetos de lei. E são muitos, 24.(Sonora)Na CCJ, Larissa Vargas, do curso de Direito da Universidade Positivo. Responsabilidade dobrada pela Comissão por onde passam todas as propostas e considerada a mais importante. Mas ela garante:  está muito animada, porque já fez a lição de casa.(Sonora)Durante os dias do projeto, os universitários se transformam em deputados estaduais e vivenciam todas as etapas do processo legislativo e atuar nas Comissões faz parte dessa experiência.  Uma simulação real do que é o dia a dia do Poder Legislativo. O Parlamento Universitário é organizado pela Escola do Legislativo da Assembleia e está na quarta edição.

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18/07/2019 18:10

Discursos inflamados e articulações marcam o primeiro dia do Parlamento Universitário

 A quarta legislatura do Parlamento Universitário começou. Foi na tarde desta quinta-feira (18), no Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Primeiro, os 54 deputados-universitários e os 21 suplentes foram empossados pelo presidente da Casa, o deputado Ademar Traiano (PSDB) e pelo primeiro secretário Luiz Claudio Romanelli (PSB).Traiano ressaltou a importância de se formar novas lideranças a partir do projeto. Ele também aconselhou os estudantes.Sonora)O 1º secretário, deputado Romanelli acredita que, ao longo do Parlamento, os deputados-universitários vão entender a importância que tem o Poder Legislativo da “vida real” para a sociedade.(Sonora)Depois do juramento dos deputados empossados, Traiano saiu de cena: deu lugar ao estudante mais velho, como manda o Regimento Interno, para que ele continuasse os trabalhos de eleição da Mesa Executiva-Universitária e eleição indireta para governador. William da Rocha, o Will, do curso de Ciência Política da Uninter já se articulava para comandar o Poder Legislativo pelos próximos dias.(sonora)Não deu certo. Apesar de apertada, a vitória foi da chapa adversária. Foram 29 votos contra 23 e duas abstenções.  O grupo encabeçado por Leon Castellano, do curso de Direito da Universidade Positivo conseguiu apoio da maioria. O presidente da Alep no Parlamento Universitário quer, a partir de agora, abrir o diálogo com a oposição para o trabalho ser produtivo.(sonora)A eleição para governador-universitário também teve duas chapas. Venceu Matheus Falasco, também do curso de Direito, mas da UniCuritiba, com 29 votos.  Ele diz que pretende trabalhar em conjunto com o Poder Legislativo para aprovar o maior número possível de projetos. Matheus conta que essa não foi a primeira vez que se inscreveu no projeto e quer fazer a diferença enquanto estiver no cargo mais importante do estado.(Sonora)O Parlamento Universitário chega à quarta edição com números impressionantes: mais de 1400 inscritos. 12 universidades e novidades em relação às anteriores, com mais projetos apresentados (e de qualidade), além da participação de universitários do interior do Paraná, que, durante os nove dias do projeto, se transformam em deputados estaduais e vivenciam todas as etapas do processo legislativo. Uma simulação real do que é o dia a dia do Poder Legislativo. O Parlamento Universitário é uma realização da Escola do Legislativo da Assembleia. O diretor da Escola, Dylliardi Alessi aproveita para orientar os agora deputados que se preparem para os debates para que consigam alcançar os objetivos.(sonora)A partir desta sexta-feira (19) começa a formação das Comissões temáticas, sendo a da CCJ, Comissão de Constituição e Justiça, no período da manhã. Por ela passam todas as propostas, para que os integrantes definam se elas estão dentro da legalidade, ou seja, se podem ser apreciadas pelo Poder Legislativo. O presidente terá papel importante dentro do Parlamento. Até lá, mais articulações devem acontecer.

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18/07/2019 13:00

Começa o Parlamento Universitário 2019

Setenta e cinco universitários do estado começaram a frequentar a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) para o Parlamento Universitário, que começou nesta quinta-feira (18). São 54 deputados universitários titulares e 21 suplentes. Entre eles está o haitiano David Limose, de 34 anos, aluno de Relações Internacionais da Uninter, que está animado para encarar o posto de suplente de deputado.SonoraAté 26 de julho, os estudantes de 12 instituições de ensino superior vão passar por diversas etapas do trabalho dos parlamentares para aprender um pouco mais sobre a função. Eles são empossados e, até mesmo, um governador universitário é eleito. O objetivo é aprovar um projeto de lei. Cíntia Backschat, de 40 anos, cursa direito da Universidade Estácio e está ansiosa para aprender tudo.SonoraGiorgio Gonzales, de 26 anos, que estuda Ciências Políticas na Universidade Federal do Paraná (UFPR), quer propor a formação de um blocão das universidades públicas.SonoraAos 18 anos, Ricardo Stein está no segundo período de Direito na Universidade Positivo. Ele não tem planos de trabalhar com política no futuro, mas quer entender melhor como funciona a democracia.Sonora

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17/07/2019 15:48

Paraná e Angola podem se tornar parceiros na área ambiental

O descarte correto do lixo reciclável e o  processamento de resíduos sólidos foram algumas das preocupações demonstradas   durante um encontro, na manhã desta quarta-feira (17),  entre o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputado Ademar Traiano (PSDB) e autoridades ambientais de Angola, no Gabinete da Presidência. Para Traiano, um dos grandes problemas que a sociedade enfrenta na atualidade é justamente essa questão e, por isso, ele avalia como positiva a troca de informações com os africanos.(Sonora) Os presidentes das Comissões de Ecologia, Meio Ambiente e Proteção aos Animais, Goura (PDT) e de Direitos Humanos, Tadeu Veneri (PT), também participaram e decidiram em conjunto com Traiano, que vão fazer a intermediação dessa troca de experiências entre Brasil e Angola incluindo ainda os representantes da Comissão de Indústria, Comércio, Emprego e Renda. Goura acredita que será preciso elaborar um material com as principais políticas públicas na área de descarte de resíduos praticadas no Paraná e enviá-lo às autoridades ambientais angolanas. Ele ressalta que também pretende conhecer o trabalho desenvolvido no país africano.(Sonora) Os angolanos que participaram da reunião são o presidente da Agência Nacional de Resíduos, Monteiro Gomes Lumbo; o diretor do Ministério do Ambiente de Angola, Eduardo Martins Andrade Baptista e o presidente do Instituto Gt3, Maurício Barcellos Degelmann. Eles conversaram sobre ações realizadas pelo Paraná na área de descarte de resíduos sólidos e também sobre as demandas ambientais do país africano.Ainda no encontro foi debatida a possibilidade de ser enviada à Angola uma comitiva composta por parlamentares, membros do Poder Executivo e empresários da área de descarte e processamento de resíduos sólidos. Monteiro Gomes Lumbo diz que espera que este seja apenas o primeiro passo nessa parceria. Ele conta que a delegação está no Brasil justamente para uma missão de reconhecimento para possíveis parcerias nas áreas educacional e tecnológica com órgãos públicos e empresas especializadas em soluções ambientais.(sonora)Antes de visitar a Assembleia, a comitiva angolana teve reuniões com empresas especializadas em tecnologias ambientais. Ela também passou pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná.

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16/07/2019 15:34

Uso de próteses está mudando a vida de pacientes com câncer de boca e pescoço

 Por que as pessoas têm câncer? Esta foi uma das perguntas feitas e respondidas durante a audiência pública que tratou do tema “Prevenção do Câncer de Boca e Pescoço”, na manhã desta terça-feira (16), no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). A iniciativa de promover o debate foi da deputada Cantora Mara Lima (PSC) para marcar o Julho Verde, mês de conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço, e o 27 de julho, Dia Mundial para a Prevenção destes tipos de câncer.Entre os convidados, estavam dois médicos considerados referências no tratamento e na prevenção de câncer de boca e pescoço no Paraná: Dr. Laurindo Moacir Sassi, chefe do Serviço Bucomaxilofacial do hospital Erasto Gaertner e o Dr. Gil Henrique Albrecht Lemos, chefe do Departamento de Serviço de Cabeça e Pescoço também do Erasto Gaertner. Atuando há pelo menos três décadas na prevenção da doença, traçaram,  em suas palestras um perfil dos pacientes, a maioria, homens, sedentários, com estilos de vida parecidos: fumantes, que fazem ingestão de álcool, além da má alimentação. Lembraram que pesquisas da Sociedade Brasileira de Cancerologia, apontam que a angustia e o estresse também são capazes de produzir substâncias que estimulam o surgimento do câncer.  Entre os números apresentados, está o de óbitos por câncer de boca no Brasil: 44%, enquanto que nos EUA é de 19%, o que demonstra ainda mais a importância da prevenção. Mas Dr. Laurindo diz que controlar o organismo é possível, já que a doença não aparece de uma hora para outra. Pode levar até dez anos para se desenvolver. Tempo suficiente para o paciente se cuidar.(sonora)Assim como o Dr. Laurindo, o Dr. Gil e uma equipe de médicos vão às ruas todos os anos para fazer o trabalho de prevenção. Em todo o Paraná. Por lá, montam barracas, onde examinam um grande número de pessoas. Isso só foi possível graças às pesquisas que resultaram em métodos que permitem que os exames sejam feitos nas ruas durante as campanhas. Além disso, ministram   cursos para preparar profissionais da saúde para um diagnóstico correto e precoce do câncer.  O Dr. Gil alerta que esse trabalho também serve para que a população seja informada sobre um fator de risco pouco divulgado para a prevenção do câncer de boca: o sexo sem proteção.(Sonora)A fonoaudióloga Camila Ferreira Molento, especialista em reabilitação do paciente oncológico, falou sobre a importância da reabilitação pós cirurgia de cabeça e pescoço, cujo objetivo é dar funcionalidade à vida do paciente. Pontuou que os tipos mais comuns de câncer são o de cavidade oral, laringe, tireoide e esôfago. Apontou o crescimento da doença entre jovens devido ao abuso do álcool, tabaco e do narguilé. Ela também reforçou a importância da utilização de próteses para nariz, boca e a bucomaxilofacial, capazes de restaurar o funcionamento da face, para que o paciente possa comer, enxergar, ouvir, respirar e falar, além de recuperar a autoestima.Alguns casos foram apresentados durante a audiência: entre eles, o do sr. Vanderlei Bernardi, que consegue falar graças à prótese traquesofagica, que substituiu a laringe. Uma conquista que ele comemora dia após dia.(Sonora) E a do sr. José Teixeira dos Santos Filho, que, após 19 anos com dificuldades para comer e falar, porque o câncer afetou o céu da boca, colocou a prótese e ganhou qualidade de vida.  Começou a fala sem a prótese, quase sussurrando. Em seguida, com o uso da prótese, veio a mudança no volume da fala. Uma mudança completa de vida, que custou pouco, já que o tratamento foi todo pelo SUS e ele arcou com parte do custo da prótese.(sonora) A dra. Camila aproveitou para fazer um apelo às autoridades: O fornecimento das próteses pelo SUS e a reformulação da tabela do Sistema Único de Saúde para tornar o uso viável a todos os pacientes.  (sobe som))A última palestra foi a da nutricionista especialista em oncologia do Erasto Gertner, Aline Cristina Bucalão de Menezes, que falou sobre o impacto nutricional do câncer de cabeça e pescoço. Ela disse que 60% dos fatores de risco do câncer são relacionados também à má alimentação, que significa o baixo consumo de frutas, legumes e verduras e a utilização em excesso de alimentos industrializados e adoçantes.Para isso, ela sugeriu: é preciso mais nutricionistas atuando nas escolas, nas unidades básicas de saúde. Pela experiência que tem nessa área, Aline constatou que mais de 40% dos pacientes com câncer apresentam desnutrição. E muitos morrem em função dela.  Por isso, a importância do nutricionista também no tratamento. Ela enfatizou o poder de campanhas como o Julho Verde, que impactou só em 2018, 120 milhões de pessoas.Tânia Mary Gomez, que abriu os trabalhos, é presidente do Instituto Humanista de Desenvolvimento Social (HUMSOL). Ela contou que teve câncer há quase vinte anos e desde então passou a lutar pelos pacientes. Aproveitou para citar o que chamou de “mantras da prevenção”.(Sonora)

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