RÁDIOS
Confira o resumo dos debates legislativos, entrevistas com deputados e análises políticas em formato de áudio.
Após receber título de cidadão honorário do Paraná, Neivo Beraldin fala de lei que criou ICMS Ecológico
Ouça a entrevista que o ex-deputado concedeu depois que recebeu o título.
Ver mais detalhesLuiz Carlos Hauly fala aos deputados sobre a proposta de Reforma Tributária
Hauly explicou aos parlamentares que a proposta em tramitação no Senado tem três pilraes fundamentais. Entre eles, a criação de um programa nacional semelhante ao Nota Paraná. Ouça.
Ver mais detalhesMédico defende implantação de cuidados paliativos em todo sistema de saúde do Estado
O médico oncologista Roberto Bettega, do hospital Erasto Gaertner, veio até a Assembleia Legislativa a convite de Michele Caputo (PSDB). Ouça as entrevistas do médico e do deputado sobre a importância dos cuidados paliativos e sobre o projeto de lei deautoria de Caputo, que trata do tema.
Ver mais detalhesMajor Letícia Chun Pei é convidada do Grande Expediente para falar sobre situação do Hospital da PM
Major diz que falta de mais profissionais para atuar no interior é o maior problema do hospital. Deputada Cantora Mara Lima acredita que os parlamentares podem ajudar com apresentação de emendas. Ouça as entrevistas.
Ver mais detalhesProjeto que cria programa de intercâmbio para estudantes da rede estadual recebe emenda e volta para a CCJ
O texto da emenda à proposta do Governo do Estado prevê aumento nos valores que devem ser repassados aos estudantes da rede pública selecionados para o intercâmbio. O projeto, que estava em 2ª discussão na sessão plenária desta terça-feira (22), agora volta à CCJ em função da emenda. Pela proposta, estudantes da rede pública estadual de ensino terão a chance de estudar no exterior. O programa institui, no âmbito da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte — SEED, o Programa de Intercâmbio Internacional Ganhando o Mundo, que vai ofertar aos estudantes secundaristas dos colégios estaduais formação acadêmica em instituições de ensino estrangeiras, que ofereçam curso equivalente ao ensino médio no Brasil. Na justificativa do projeto, o governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) afirma que o Ganhando o Mundo vai proporcionar aos estudantes da Rede Pública experiências e conhecimento por meio da vivência e convivência em ambiente educativo de outros países.
Ver mais detalhesAprovado em 3º turno projeto que obriga planos de saúde a emitir justificativa em caso de negativa de procedimentos médicos
Ouça a entrevista com o deputado Evandro Araújo,sobre a proposta que obriga planos de saúde a emitir justificativa em caso de negativa de procedimentos médicos.
Ver mais detalhesSuperintendência Geral de Diálogo e Interação Social do Governo do Estado (Sudis) é apresentada aos deputados
O Grande Expediente da sessão plenária, desta segunda-feira (21), da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) abriu espaço para a explanação do superintendente Mauro Rockenbach, da Superintendência Geral de Diálogo e Interação Social do Paraná (Sudis). Ele veio até a Casa de Leis a convite do deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB). Ouça as entrevistas dos dois.
Ver mais detalhesPara Hussein Bakri, emendas ao projeto que trata da licença-capacitação dos servidores melhoraram proposta
Para Hussein Bakri (PSD), líder do Governo na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), as cinco emendas ao projeto que trata da licença- capacitação dos servidores melhoraram a proposta. Ouça a entrevista do deputado.
Ver mais detalhesTadeu Veneri diz que projeto sobre licença-capacitação extingue direitos de servidores
O deputado Tadeu Venéri (PT) lamentou a aprovação do projeto que trata da licença-capacitação dos servidores públicos estaduais. Para ele, a proposta retira direitos dos servidores. Ouça.
Ver mais detalhesDiscussões sobre concessões previdenciárias devem ser levadas à Brasília
Atrasos em concessões de benefícios previdenciários no Paraná e em todo o País tem gerado transtorno para a população. Para tentar mudar a situação, o tema começou a ser debatido em uma audiência pública realizada na manhã desta segunda-feira (14) no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e será levado para discussão no Congresso Nacional. A audiência reuniu deputados, representantes de trabalhadores, agricultores e sindicalistas que trataram da demora na análise e liberação dos benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pelo Governo Federal. De acordo com eles, há registros de atrasos de até um ano na liberação de benefícios como pensões, auxílios-doença e aposentadorias. Diversos motivos são apontados, como a falta de funcionários no INSS e problemas de orçamento do governo. Proposta pelo deputado Professor Lemos (PT), a ideia da audiência pública surgiu por conta do aumento no número de reclamações nos últimos meses. “Estamos vendo, com apreensão, que milhões de pessoas estão na fila, esperando os benefícios da previdência. No Paraná, existem relatos de agricultores que submeteram o pedido da aposentadoria em novembro de 2018 e até hoje não receberam respostas. A preocupação é muito grande”, explicou. Uma comissão formada por representante das categorias envolvidas na discussão vai elaborar um documento com as propostas discutidas. O deputado federal Enio Verri (PT), que participou do debate, se comprometeu em organizar uma audiência pública na Câmara dos Deputados, com a participação dos deputados membros da Comissão de Seguridade Social e Família. “Temos o desafio de levar este debate para a Câmara, Senado, Ministério da Economia, denunciar nas comissões internas do parlamento. Mais uma vez, aqueles que têm direitos que foram conquistados a duras penas, como aposentadoria ou outro benefício, estão pagando uma conta que não é sua”. De acordo com a legislação, o INSS tem 45 dias para análise de concessão de benefício. Caso não ocorra dentro deste período, o órgão é obrigado a aplicar correção monetária sobre as parcelas devidas aos segurados. O pedido atualmente é realizado pelo telefone 135 ou pela internet (meu.inss.gov.br). Segundo o último Boletim Estatístico da Previdência Social (BEPS), publicado em julho deste ano, o tempo médio de concessão foi de 89 dias. Foram requeridos 882,4 mil benefícios e indeferidos 366,7 mil. Naquele mês, foram concedidos 456,3 mil benefícios, no valor total de R$ 677,3 milhões. Em relação ao mês anterior, a quantidade de benefícios concedidos aumentou 14,31% e o valor de benefícios concedidos subiu em 15,52%. Ainda no mês de julho de 2019, a Arrecadação Líquida do INSS (que corresponde aos recebimentos próprios deduzindo-se as transferências a terceiros) foi de R$ 32,2 bilhões. Por outro lado, a despesa com os benefícios do Regime Geral de Previdência Social foi da ordem de R$ 48,6 bilhões. Em termos líquidos, o resultado primário do FRGPS neste mês ficou negativo em R$ 16,1 bilhões. O Boletim Estatístico da Previdência Social (BEPS) é uma publicação mensal da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda que apresenta uma coletânea de dados, sobre benefícios e arrecadação da Previdência Social, o fluxo de caixa do INSS, entre outros. Presenças – O deputado Arilson Chiorato (PT) lembrou que os recursos oriundos da previdência social têm papel determinante para a economia dos pequenos e médios municípios. “O dinheiro da previdência praticamente toca a economia das pequenas cidades. Quem recebe a aposentadoria ou outro benefício não investe em bolsa de valores. O dinheiro é usado no mercado, no açougue, no bazar, movimentando a economia local”. Já a deputada Luciana Rafagnin (PT) criticou a precarização no atendimento do INSS. “Não existe mais a preocupação de fazer concurso, contratar mais pessoas, pelo contrário. O atendimento do INSS está cada vez mais precário e isso contribui para dificultar a concessão dos benefícios”, disse. Também participaram da audiência pública representantes da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Paraná (Fetaep), Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf-PR), Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), Sindicato dos Servidores Públicos Federais em Saúde, Trabalho, Previdência Social e Ação Social do Paraná (Sindprevs-PR) e Conselho regional de Serviço Social da 11a Região.
Ver mais detalhesAssembleia inicia debate de projeto que incorpora Emater, Iapar, Codapar e CPRA
O projeto de lei n° 594/2019, de autoria do Poder Executivo, que cria o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná. Caso aprovado, o órgão nascerá da incorporação do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), do Centro Paranaense de Referência em Agroecologia (CPRA), da Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar) e do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), foi debatido na manhã desta quarta-feira (9) no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná. Ouça as entrevistas dos deputados Anibelli Neto (MDB) e Luciana Rafagnin (PT), que promoveram a audiência.
Ver mais detalhesSecretário da Agricultura fala sobre ampliação nas pesquisas com novo Instituto
A criação doInstituto de Desenvolvimento Rural do Paraná está em um projeto de lei encaminhado pelo Governo do estado à Assembleia. Pela proposta, ele incorpora o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), do Centro Paranaense de Referência em Agroecologia (CPRA), da Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar) e do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar).Secretário participou, na manhã desta quarta-feira (9) de audiência pública na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), promovida pelos deputados Anibelli Neto (MDB) e Luciana Rafagnin (PT).
Ver mais detalhesElio Rusch deixa Alep e faz balanço, após seis meses
O deputado Elio Rusch (DEM) substituiu a deputada Maria Victoria (PP), que estava em licença maternidade. Ele avaliou o período como positivo e adiantou novos projetos na região que representa: o Oeste do Paraná.
Ver mais detalhes"Deputados entenderam importância do projeto", avalia Bakri ,após vitória
O Líder do Governo na Assembleia Legislativa comemorou os 39 votos favoráveis que teve o projeto do Governo que cria a licença qualificação para os servidores púbicos estadaduais.
Ver mais detalhesProfessor Lemos defende emendas a projeto sobre licença qualificação
O deputado do PT disse que as emendas de Plenário ao projeto que cria licença qualificação a servidores do Poder Executivo garantem direitos adquiridos . Ele afirmou ainda que, em caso de não aprovação na CCJ, teme chuva de ações na justiça.
Ver mais detalhesPara Traiano, com vitória em votação sobre licença, base do Governo se consolida
Presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) fez a afimação em entrevista coletiva, assim que terminou a votação nesta terça-feira (8), onde 39 deputados votaram favoráveis ao projeto do Governo que institui licença qualificação para servidores do Poder Executivo.
Ver mais detalhesSeminário na Assembleia discute políticas para enfrentar avanço do diabetes
Em 10 anos foi registrado um aumento de 60% nos casos de diabetes no Brasil. O mundo tem quase 400 milhões de diabéticos e, no Brasil, 14 milhões são portadores. Esse avanço de uma doença, de início assintomático, que pode ter gravíssimos desdobramentos na saúde, levam os especialistas a acreditarem que o diabetes tipo 2 será a próxima epidemia global, pelo número de novos casos e pela dificuldade no controle por uma parcela muito significativa dos pacientes, que não se submete a recomendação básica de mudança de estilo de vida, com controle rigoroso da dieta e a prática de exercícios físicos regulares. A gravidade da situação levou o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), deputado Ademar Traiano (PSDB), e os deputados Luiz Claudio Romanelli (PSB), 1º secretário, e Dr. Batista (PMN), presidente da Comissão de Saúde Pública, a realizarem na Assembleia nesta terça-feira (8), o 1º Seminário da Pessoa com Diabetes no País. Segundo Traiano, esse é o momento ideal para o debate sobre que políticas públicas exigem reforço e outras que são necessárias para a prevenção e o tratamento do diabetes.(Sonora)Romanelli diz que, com um evento como este, é possível conhecer de perto o quadro da diabetes no Paraná e a Assembleia pode fazer o papel de intermediação com o Governo do estado.(Sonora) O seminário na Assembleia foi feito por sugestão da médica endocrinologista Rosângela Roginski Réa, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), e professora na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Ela acredita que o principal foco no combate à diabete está na educação.(Sonora)Também participaram do Seminário o diretor-geral da secretaria Estadual da Saúde, Nestor Werner Júnior, a presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Paraná (COSEMS-PR), Cristiane Martins Pantaleão e a presidente a Sociedade Brasileira de Diabetes, Hermelinda Pedrosa. Ela falou sobre o tema “O diabetes no Brasil”, onde alertou: se os casos da doença vêm aumentando significativamente, o poder público precisa intensificar as ações também nessa área, assim como faz com outras patologias.(Sonora) Outros temas abordados no Seminário foram “O diabetes no Paraná”, com Ana Cristina Ravazzani de Almeida Faria (SESA); “O diabetes no município de Curitiba”, com Alexei Volaco (SBD Regional); “A pessoa com diabetes e as associações de portadores”, com Maria Izabel Martins (APAD).; “Ações educacionais do Hospital Pequeno Príncipe voltadas à criança com diabetes”, com Donizetti Dimer Giamberardino Filho (HPP); “Educação em diabetes para a criança no Paraná”, com Suzana Nesi França (UEP) e “Projeto de educação em diabetes no Paraná 2019”, com Denise Beheregaray Kaplan (SBD Regional).O diabetes pode ser evitado, assim como a hipertensão e o colesterol alto, desde que hábitos saudáveis, como alimentação adequada e a prática de atividade física, sejam adotadas. O estilo de vida é um fator decisivo para o surgimento do diabetes tipo 2, responsável por aproximadamente 95% dos casos. No início, ele é praticamente assintomático, o que pode levar o problema a ser identificado apenas quando já começam a surgir as complicações. Quando o diagnóstico é precoce, é possível inclusive reverter a doença por meio da alimentação e da prática de atividade física, como lembra a doutora Hermelinda.(sonora)Quando não tratada, o diabetes pode levar a complicações como infecções, insuficiência renal, infarto do miocárdio, derrame cerebral e doenças vasculares, até gangrena de braços e pernas. A necessidade de amputações de membros inferiores também pode ser causada pela doença. No Brasil, estimativa do Ministério da Saúde mostra que 70% das amputações de membros inferiores está relacionada à doença.
Ver mais detalhesAções relacionadas ao Outubro Rosa movimentam Alep nesta segunda
Depois que os integrantes da CCJ, fizeram uma homenagem às mulheres votando uma pauta com projetos voltados à saúde da mulher, na terça-feira (1º), recomeçaram na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), nesta segunda (7), as celebrações do Outubro Rosa. A programação foi aberta no período da tarde. No Espaço Cultural uma exposição com imagens de mulheres que estão passando ou já passaram pelo tratamento para combater o câncer. A mostra permanece até o dia 31. Também foram realizados no mesmo local, durante toda a tarde testes rápidos de HIV, sífilis e hepatite, numa parceria da Casa com a Secretaria de Estado da Saúde (SESA). A prioridade nos atendimentos foi o público feminino. Também foi lançada a campanha “Doe Lenços”. A iniciativa tem como objetivo melhorar a autoestima das mulheres que acabam perdendo os cabelos em decorrência da quimioterapia e da radioterapia. Caso de Eliane Jak, que participou das atividades. Para ela, apoio e autoestima são fundamentais para quem está em tratamento.(Sonora) Houve ainda soltura de balões rosas, que coloriram o céu cinzento da capital paranaense nesta segunda-feira chuvosa, como forma de chamar a atenção para a Campanha.O movimento conhecido como “Outubro Rosa” surgiu nos Estados Unidos, em 1997, e espalhou-se pelo mundo com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre a importância de diagnosticar precocemente o câncer de mama, aumentando as chances de cura da doença, podendo chegar a 95%. O símbolo é um laço ou fita rosa. A deputada Cantora Mara Lima (PSC) é autora do projeto que instituiu oficialmente o mês do “Outubro Rosa” no Paraná, em 2011, com campanhas para a prevenção do câncer de mama e de outras ações preventivas para promoção da saúde da mulher. Conforme ela explica.(Sonora)O deputado Michele Caputo (PSDB), ex-secretário da Saúde do estado, que participou de cada ação que movimentou a Alep, lembrou que o Paraná conta com boa estrutura para os cuidados tanto de prevenção como de tratamento contra o câncer.(Sonora)Na abertura da sessão plenária, a farmacêutica Ângela Zanlorenzi, voluntária da Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC), ocupou a tribuna para falar sobre a importância das ações de conscientização e dos vários aspectos que envolvem os tratamentos da doença. Também explicou o trabalho desenvolvido junto ao Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, referência no tratamento de câncer. Durante a manhã antecipando a abertura oficial da Campanha na Alep, no Plenarinho, aconteceu o workshop com o tema: “Desmistificando o Câncer de Mama – Prevenir é agir. Agir é viver”. Onde o público pode assistira a palestras de especialistas em diversas áreas. No primeiro painel temático o assunto abordado foi “Tumores ginecológicos”, pela médica Audrey Tsunoda. Também falou o médico Rodrigo Bernardi sobre o tema “A evolução do tratamento cirúrgico do câncer de mama e a importância da multidisciplinaridade”.São estimados 59.700 casos novos de câncer de mama em 2019, no Brasil, com um risco estimado de 56 casos a cada 100 mil mulheres, alertam os especialistas do Instituto Nacional de Câncer (INCA). A médica radiologista Maria Helena Louveira abordou o “Rastreamento de tumores femininos”. Ela lembrou de uma notícia divulgada pelo próprio INCA há alguns dias, de que houve redução no número de procura por mamografias no Brasil, em função de notícias falsas, inclusive de que o exame seria prejudicial à saúde das mulheres e aproveitou para desmistificar a notícia.(Sonora) A oncologista clínica Maria Cristina Figueroa Magalhães explanou sobre “A evolução do tratamento do câncer de mama e panorama do câncer de mama no Brasil”. E deu algumas dicas para os exames preventivos e cuidados que as mulheres devem ter no dia a dia.(Sonora) A dra. Daniele Banzzatto, advogada especialista em saúde, falou sobre “Os direitos das mulheres durante e após o tratamento”. Ela contou que o auxílio se dá, desde o acesso aos exames à aquisição de medicamentos. Processos, segundo ela, muito burocráticos.(Sonora)O evento foi organizado pela Comissão de Defesa dos Diretos da Mulher, em conjunto com a Associação das Amigas da Mama (AAMA), entidade civil de assistência social, de caráter filantrópico formada por mulheres que vivenciaram o câncer e hoje, voluntárias, revertem a experiência que tiveram em prol de outras mulheres que precisam de apoio para enfrentar a doença. A presidente, Macarcy Engelbelt, lembrou que o Workshop foi científico e reforçou que, em função desses avanços, as mulheres não precisam ter medo de procurar ajuda.(Sonora)Existe tratamento para câncer de mama, e o Ministério da Saúde oferece atendimento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A mamografia de rastreamento – exame de rotina em mulheres sem sinais e sintomas de câncer de mama – é recomendada pelo Ministério da Saúde na faixa etária de 50 a 69 anos, a cada dois anos. Fora dessa faixa etária e dessa periodicidade, os riscos aumentam e existe maior incerteza sobre benefícios. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença. Durante todo o mês de outubro, a Assembleia permanecerá iluminada por luzes no tom rosa no período da noite, como forma de apoio à causa.
Ver mais detalhesTraiano promulga reposição do Legislativo e Judiciário, MP, TC e Defensoria
Na presença de servidores, presidentes, vice-presidentes e diretores sindicais, e do 1º secretário, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PSB), o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) deputado Ademar Traiano (PSDB), promulgou nesta quarta-feira (2) os projetos de lei aprovados pelos deputados, que concedem reposição de 4,94% para os servidores públicos estaduais do Tribunal de Justiça (TJ), Ministério Público (MPE), Tribunal de Contas (TCE) Defensoria Pública e da Assembleia. Para Traiano, a conquista é resultado de um esforço que envolveu toda a Mesa Executiva da Assembleia.(Sonora)A promulgação precisou ser feita porque, alegando restrições orçamentárias, o governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), devolveu as propostas à Casa sem sanção nem veto. Nesse caso, é necessário que o presidente da Assembleia promulgue os textos em 48 horas. Os projetos preveem a reposição integral da inflação para os servidores, com pagamento retroativo a maio de 2019. O valor da recomposição corresponde às perdas inflacionárias no período de um ano, definido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Incluem-se os servidores ativos e inativos dos quadros efetivos e os cargos em comissão. O presidente do Sindicontas-PR, Wanderlei Wormsbecker, destacou a importância da independência entre os Poderes.(Sonora) A vice-presidente do Sind-MPPR, Elis Regina Slomski, disse que a promulgação garante os direitos dos servidores.(Sonora)o diretor do Sindjus-PR, Leandro Fonseca lembrou que essa é uma justa conquista dos servidores.(Sonora)Jacinta Schimidti, presidente do Sindilegis, afirmou que o momento é de comemorar e agradecer à Mesa Executiva, que se empenhou para conceder a reposição.(Sonora)Louis Servilha, da Defensoria Pública, disse que se solidariza com os servidores do Poder Executivo, mas que a conquista é justa.(Sonora)A aprovação foi no começo de setembro e feitas em dois turnos, sendo uma das sessões plenárias em caráter extraordinário. Os projetos não receberam emendas e seguiram para a sanção ou o veto do governador. Para os funcionários do Poder Executivo, a Assembleia aprovou o projeto do governo que prevê reposição de 5,08%, com o pagamento de 2% em janeiro do ano que vem; 1,5% em janeiro de 2021 e mais 1,5% em janeiro de 2022.
Ver mais detalhesEstudos do IBT apontam que a tarifa zero é viável
Pela proposta do Instituto Brasil Transportes, a tarifa zero pode ser custeada pelo Fundo Nacional de Transporte Urbano (FNTU), a ser criado e formado com recursos de rubricas legais já existentes. Um exemplo citado por Romanelli e pelo presidernte do Institudo, Acir Mezadri, é a Contribuição de intervenção no domínio econômico incidentes sobre o comércio de combustíveis (Cide). Recursos que poderiam subsidiar a tarifa. Mezadri diz que o IBT fez estudos sobre essa viabilidade durante três anos.Ouça.
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