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Deputado apresenta projeto para garantir direito da gestante de saber em que maternidade terá o seu bebê
18h00
por Assessoria de Imprensa, com a colaboração da assessoria parlamentar.
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
2 min de leitura
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Toda gestante tem direito de saber qual será a sua maternidade durante o pré-natal. É isto o que propõe o projeto de lei apresentado nesta terça-feira (12) pelo deputado Gilberto Martin (PMDB), na Assembleia Legislativa. De acordo com ele, apesar da existência de programas de governo com objetivos semelhantes, apenas uma lei pode garantir de forma contínua esta ação.
Pela proposta serão estabelecidas redes de atendimento ligando unidades de pré-natal e maternidades, com penalidades e obrigatoriedade para que a mãe tenha um acesso completo e interligado, desde a primeira consulta até o parto. “Desta forma a gestante saberá automaticamente em que maternidade terá o seu bebê, o que hoje não ocorre. Não quero isso para minhas filhas, não quis isso para minha mulher e não quero isso para nenhum paranaense”, enfatizou Martin.
O deputado ressaltou os gastos que o governo teve com UTIs neonatal nos últimos dois anos. “Foram R$ 48 milhões em diárias para bebês. Eu preferia que estes recursos fossem investidos na prevenção e na saúde”, completou. Para Martin, o projeto não é conflitante com programas já existentes, citando o Mãe Paranaense, o Nascer no Paraná: Direito à Vida e o Projeto Cegonha. De acordo com ele, a população não pode depender de alternâncias de governos. “Apenas um projeto de lei pode garantir a perenidade do projeto”, sentenciou Martin.
Pela proposta serão estabelecidas redes de atendimento ligando unidades de pré-natal e maternidades, com penalidades e obrigatoriedade para que a mãe tenha um acesso completo e interligado, desde a primeira consulta até o parto. “Desta forma a gestante saberá automaticamente em que maternidade terá o seu bebê, o que hoje não ocorre. Não quero isso para minhas filhas, não quis isso para minha mulher e não quero isso para nenhum paranaense”, enfatizou Martin.
O deputado ressaltou os gastos que o governo teve com UTIs neonatal nos últimos dois anos. “Foram R$ 48 milhões em diárias para bebês. Eu preferia que estes recursos fossem investidos na prevenção e na saúde”, completou. Para Martin, o projeto não é conflitante com programas já existentes, citando o Mãe Paranaense, o Nascer no Paraná: Direito à Vida e o Projeto Cegonha. De acordo com ele, a população não pode depender de alternâncias de governos. “Apenas um projeto de lei pode garantir a perenidade do projeto”, sentenciou Martin.
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